Metroid II Remake

Em 1991 a Nintendo lançou para o Gameboy “Metroid II: The Return of Samus”. O jogo é uma sequência do primeiro Metroid e é uma prévia do que iríamos ver no excelente Super Metroid do SNES.

O problema é que a BigN nunca fez um remake do jogo ou portou ele para outra plataforma. É um clássico perdido, num passado longínquo.

Ou era.

Um grupo de gamedesigners, desenvolvedores, e acima de tudo, fãs reconstruiu o jogo do zero. A empreitada levou seis anos, e foi lançada em setembro. Porém a Nintendo já mexeu os advogados para retirar do ar. Infelizmente políticas estilo “não fazemos e não queremos que ninguém faça” ainda são o padrão dos japoneses.

AM2R, ou “Another Metroid 2: Return of Samus” foi feito com uma premissa básica: recriar o clássico de 1991 com gráficos e gameplay atualizados.

  • Jogabilidade estilo Metroid Zero Mission
  • Sistema de mapas
  • Inteligência artificial dos inimigos aperfeiçoada
  • Minichefes
  • Novas áreas
  • Luta contra Metroids estão mais difíceis
  • Sprites completamente refeitos
  • Sistema de “log” complementar a narrativa
  • Trilha sonora remasterizada

É um belíssimo jogo e eu estou adorando. Altamente recomendado!

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Goldeneye 007 e seus Remakes

O ano era 1997. Era perto do final do ano e estava rolando feira de ciências na escola onde eu estudava. O dia tinha sido cansativo, eu tinha ficado a manhã toda e parte da tarde em pé, ~apresentando~ o meu trabalho. Ao sair para dar uma volta pelo salão onde estava rolando os trabalhos eu vi um colega de turma (abraço aí, Walter), com uma televisão e um videogame.

Era um Nintendo64.

Até aí, nada de mais, eu já tinha visto um N64. Eu já tinha jogado (na locadora e na casa de amigos) um N64. O q eu não tinha visto, era o jogo que o garoto estava jogando: Goldeneye 007.

Esse é um dos dias que minha memória guarda como se fosse ontem. E minha impressão nesse dia era uma só:

"Minha nossa, é MUITO REAL!"

Okey, o ano era 1997 e eu tinha 14 anos. Jogava super nintendo há anos e não conhecia muito sobre games 3D. Tenham dó da minha inocência.

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Resident Evil HD Remaster

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Hum, oi? Isso ainda funciona?

Então hoje voltamos com mais um Resident Evil. Meses atrás finalizei o excelente Resident Evil HD Remaster.

Esse game é uma versão para PC/PS4/XONE do resident evil remake que saiu para gamecube, quase 15 anos atrás. O game teve as texturas refeitas e as animações renderizadas novamente. Tirando isso, é o mesmo game.

Um problema?

Pelo contrário. É um JOGÃO! Um resident evil clássico em sua melhor forma. Folgo em dizer que é a “VERSÃO DEFINITIVA”. Se nunca jogou nenhum e tiver que jogar, jogue esse.

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Comecei com o Chris para ir lembrando aos poucos do game do cubo. Havia jogado ele previamente, em 2013. Minha primeira passagem levou pouco mais de 4h:30.

Continuei jogando e com a prática lembrei de uns atalhos e algumas formas de encurtar as coisas. Com o Chris, meu melhor tempo foi em 2h 51, isso fazendo o melhor final que acaba demorando mais.

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Com a Jill o jogo é mais simples então dá para fazer num tempo menor.  Minha melhor marca foi 02h26.

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Fiquei entretido com o game por mais ou menos 3 semanas, tendo tempo em jogadas esporádicas (principalmente aos domingos). Levei esse tempo todo para desbloquear tudo e fazer todas as conquistas.

Uma delas inclusive exige terminar o game sem dar nenhum tiro, apenas na faca. A principio parece impossível, mas é só colocar no easy e se forrar de itens de energia que dá.

O conteúdo desbloqueável são armas especiais (só o rocket launcher presta) e algumas roupas. A do Chris e da Jill do RE5 ficaram bem legais.

Valeu os 29 reais pagos, sem dúvida 🙂

Estou trabalhando na missão de fechar todos os jogos principais da franquia. Sei que não é um trabalho e que nem é muito diligente (estou jogando RE5 de volta 😛 ) mas o plano continua. Infelizmente, não são todos os games que eu fiz comentários e tirei foto do tempo final, então não são todos que terão links. Pelo meu log, estamos assim:

√ Resident Evil 1 (PS) / Resident Evil 1: Director’s Cut (PS)
√ Resident Evil 2 Dual Shock (PS)
√ Resident Evil 3: Nemesis (PS)
√ Resident Evil ZERO (NGC)
√ Resident Evil Remake (NGC) / Resident Evil HD Remaster (PC)
√ Resident Evil Code Veronica X (NGC)
√ Resident Evil 4
√ Resident Evil 5

Resident Evil 5 – DLC
Resident Evil Revelations
Resident Evil 6
Resident Evil Operation Raccoon City
Resident Evil Revelations 2

Resident Evil 0

Um título exclusivo da Nintendo, que saiu primeiro para Nintendo Gamecube (2002) e depois para Wii. Esse game saiu após o Resident Evil: Code Veronica e é talvez o último game da Franquia a possuir a “atmosfera” clássica de survival horror.

O enredo é para ser um “prequel” contando parte da historia do que aconteceu antes dos eventos mostrados no primeiro Resident.

Foi um game originalmente planejado pro Nintendo 64, mas que foi adiado e que saiu pro Gamecube. Ele conta com duas grandes novidades: O Sistema de Troca de Personagens e a ausência de baús.

O Sistema de Trocas de Personagem permite que o jogador controle os dois personagens, podendo alterar a hora que quiser entre eles. Isso abriu possibilidades para uma nova gama de Puzzles, aonde um personagem fica controlando um switch enquanto o outro corre fazer o evento. Confira comigo:

(desculpem a qualidade dos videos :P)

Repare na hora que a tela faz um efeito de batimento cardíaco. Isso aparece ao apertar o botão de troca.

Também é possível mandar um personagem ficar parado e sair sozinho com o outro. Durante o jogo, quando o parceiro está no modo Time, algo como um siga-me, ele apenas segue o primeiro personagem e a CPU, ao encontrarem inimigos, o controla para atirar. Mas o tempo de reação dele é bem fraco.

Outra grande mudança da série foi com relação ao inventário. Os baús de armazenar itens não existem aqui. O que existe é a opção de “soltar” qualquer item em qualquer lugar. Ao voltar depois, o item continuará lá. O que é mais real, mas também é mais chato, porque as vezes ficamos sem espaço no inventário pessoal, largamos um item em um ponto do mapa que iremos precisar depois. Aí temos que dar a maior volta para recuperá-lo. Mas funciona muito bem.

Itens abandonados também ficam marcados no MAPA, então é fácil saber aonde foi que vc jogou aquele item que agora vc precisa. Eu me acostumei a sempre deixar itens no Hall principal do game, então eu sempre sabia aonde eles estavam.

É um jogo com inimigos clássicos da série como zumbis, hunters, cachorros, aranhas, e insetos. Também temos a presença do Tyrant que faz algumas pontas. O que eu também achei bacana é que vc passa por alguns cenários do Resident Evil 2, além é claro, da mansão desse game lembrar MUITO a mansão do Resident Evil 1.

Agora, nem tudo são flores. O game é LENTO. Ele aparenta ter um sério problema de ritmo. Demora para ficar legal, depois volta a ficar booooooring, depois volta a ficar legal e fica alternando assim. Outro problema: O seu personagem, e o parceiro controlado pela AI, tem um problema sério de tempo de reação. O monstro aparece, vc aperta o botão de tiro e parece que leva uma eternidade entre o seu personagem executar o comando.

Desviar de golpes de inimigos então, esqueça. Isso é uma coisa que não dá pra fazer aqui. Ficar rodando em volta do Tyrant para desviar dos golpes? Não dá. Usar o comando de virar rápido e fugir de um monstro? Não dá. Pegar um Hunter com tiro em pleno salto? Esqueça.

Outro ponto negativo relacionado à lentidão: Praticamente não existe munição. O que é um saco ter que ficar economizando. O que é terrível quando vc tem um personagem que não desvia direito dos monstros.

Mas não se enganem: É um jogo bom. Um resident evil clássico, que sofreu crise de popularidade por nunca ter saído pra playstation. Um game que vale a pena jogar sim, nem que seja apenas o trecho do trem.

É um game longo, aonde o Ranking “S” está com limite em 03:30h. Então reserve um bom tempo para brincar com ele. Além disso pelo problema com munição e personagens é um game difícil. Talvez o Resident Evil mais difícil que eu joguei até agora.

Comecei a jogar ele no Wii, mas estava morrendo demais. Lembra que eu disse que era difícil?  Aí abandonei por meses. Nesse último feriado resolvi rodar ele no emulador Dolphin. Não ficou 100%, mas ficou jogável.

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A missão de fechar todos os jogos principais da franquia havia sido pausada. Mas agora estamos de volta. Infelizmente, não são todos os games que eu fiz comentários e tirei foto do tempo final, então não são todos que terão links. Desculpem. Pelo meu log, estamos assim:

√ Resident Evil 1 (PS) / Resident Evil 1: Director’s Cut (PS)
√ Resident Evil 2 Dual Shock (PS)
√ Resident Evil 3: Nemesis (PS)
√ Resident Evil ZERO (NGC)
√ Resident Evil Remake (NGC)
√ Resident Evil Code Veronica X (NGC)
√ Resident Evil 4
√ Resident Evil 5

Resident Evil Revelations
Resident Evil 6
Resident Evil Operation Raccoon City
Resident Evil Remake (HD)

Objetivo do trabalho

Prezado aluno, blablablablabla yada yada yada, também faltou informar claramente qual é o OBJETIVO desse seu artigo.

Aí que eu recebi um comunicado assim sobre um artigo científico. Estou aqui pensando, será que pega mal falar a verdade, igual ao Dr. Gori?

(reparem em quem dubla do Dr. Gori)

Zelda rodando em 4K

Zelda 3 Monitores

Como pode?

Alguém com três monitores e o emulador project64 descobriu que o console do N64 renderizava a imagem larga (para efeitos de bufferização) e exibia apenas uma parte dela.

Aí foi só configurar o emulador para exibir tudo.

simplesmente ANIMAL!

https://www.youtube.com/watch?v=_LQcFbYp2Ds

 

Missão iTunes

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Começou como uma brincadeira. E virou uma missão. A Missão iTunes.

Ouvir toda a Biblioteca do iTunes. TODA. Inteira.

Corrigir as ID3-Tags. Corrigir as Capas. Classificar com estrelinhas.

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Impossível? Não.

Improvável? Talvez.

Afinal, são quase 85GB de Música. Mais de 40 dias, direto.

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Missão iTunes: ENCORE

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(clique para ampliar)

ENCORE.

O Bis da missão. Aqui entraram os albuns novos que “perderam a letra”. Por exemplo, meses depois de postar a letra “A”, obtive o album “After Burner”. Não farei um repost do “A”. Então incluí ele (e os outros na mesma situação) aqui.

É um “o que eu ouvia quando não estava ouvindo a playlist certa”. hahahaha.

Como foi um apanhado de mais de um ano, acabou ficando gigante. Foram 1223 Músicas, 73 horas, 7,2 GB!

Temos de tudo: bandas de Rock, trilhas de games, filmes,  músicas pop e música clássica. Essa última, na verdade, foi erro corrigido após anos. Tem muita coisa boa em música clássica sim, é só ter paciência para sentar e ouvir.

E com isso chegamos ao fim!

Amanhã, um último post!

Missão iTunes: Letra “Z”

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(clique para ampliar)

Playlists com a letra “Z” completas! 47 Músicas, quase 4 horas, 325 MB!

Novamente só mais dois artistas: Zen Mechanics e ZZ Top.

Zen Mechanics é um projeto de música eletrônica de um DJ da Europa. São sons diferentes, mas que eu gosto. Veja um aqui.

E o que falar do ZZTop? Os barbudões do Rock and Roll. É uma banda simplesmente demais. Tem um som meio hardrock, meio blues. Gosto muito da fase ROCK, mas não curto muito a fase Blues. Então apenas uma coletânea com as 30 melhores músicas dá pro gasto. Veja os velhos em ação:


tenho esse show em HD aqui e é IRADO. Recomendado!

Go out Walking

Go fo a Walk