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Voltamos!

Han Solo

Mudanças de hosting sempre são trabalhosas. Tem um monte de coisa pra refazer, bancos para baixar e subir, redirects para reconfigurar e tudo o mais.

Mas essa foi dramática.

Mas deu certo. Tive que mexer lá no servidor de dns da INTERNET, mas deu certo. Estamos de volta.

Agora, atendemos tanto no http://diegodn.info quanto no http://diegodn.info

Aproveitando o tempo offline, consegui um tema novo e fiz um levantamento dos melhores posts.

Eu nem havia reparado, mas no começo desse ano fiz 10 anos de blog. Então montei uma categoria com o menos vergonhoso melhor que já passou aqui.  Divirta-se >> Melhores posts.

Guitar Rig

Nesses ultimos tempos eu andava meio desanimado com o lance musical, porque investi uma nota na guitarra, e o som não evolui aquele tanto que eu imaginava. Na verdade, não evoluiu nada.

Aí um belo sábado, cheguei na escola de musica e vi que tinham comprado um Amp. novo.  Pluguei a guitarra e fiquei boquiaberto: Som Heavy Fucking Metal.

Isso, provou por A +B minha teoria de que meu Amp é que estava me desanimando.   O Amp até que é legal, tem uma distorção bacana, mas ele se perde.  Ao tocar notas mais graves, o som fica todo embolado e nao tem jeito. Fica ruim.   E aquele amp novo lá da escola mostrou que sim, o  investimento na guitarra valeu a pena.

Pensando nisso, resolvi testar (pela segunda vez) programas de amplificação virtual, via PC.  Funciona mais ou menos assim:  Vc pluga a guitarra no PC, instala um driver, instala o programa de amps virtuais e voilá!

Na verdade, é quase isso. O grande problema é que o software de amps virtuais é completo.  MUITO MUITO MUITO complexo, para quem nunca viu um outro amplificador que não o próprio.  Enfim, batendo cabeças aqui e ali estou aprendendo a usar o software, e a curva de aprendizado já não me parece mais tãããão assustadora assim.  Tem um MUNDO de coisas ali dentro, e eu só vi o começo ainda, mas já dá para pegar umas configurações de som prontas na Net e testar.

Back in Black e Enter Sandman. Faixas de guitarra base, porque eu (ainda) não consigo tocar os solos das duas músicas. E tem uns errinhos aqui e ali, então não liguem, sou guitarrista em começo de carreira ainda 😛 hauahauahaa

A música sem nome, da Banda sem Nome.

Tudo começou numa tade de 1994.

Um antigo amigo me mostrou uma fita K7 com uma música muito boa, que, de cara, eu adorei. Quando perguntei qual o nome da banda, esse amigo não sabia. Tinha roubado a fita do irmão dele, e tentaria depois descobrir o nome. Fiz um cópia daquela música instrumental e volta e meia acabava ouvindo, mas aquele amigo nunca me contou o nome. Tinha levado uns bofetes do irmão por ter mexido onde não devia e não tivera coragem de perguntar.

Então eu segui por alguns anos, ouvindo aquela música, aquela mesma música diversas vezes, da “banda sem nome”.E era uma gravação ruim, meio midi, mono e com volume baixo. Mas mesmo assim eu seguia ouvindo (sempre gostei de midis).

Até que um belo dia eu estava andando dentro de uma loja de CDs, quando começou a tocar dentro da loja uma música legal, pesadona. Um rockão foda. E para minha surpresa, eu comecei a cantar no modo nã-nã-nã a música. Foi aí que eu percebi: Estava tocando aquela música que eu ouvi durante anos, da “banda sem nome”.

Sem pensar duas vezes, corri do lado de fora da loja, desesperadamente arrastei o atendente para dentro e disse para ele: Quero o CD que tem essa música aí!. Ele começou a rir do meu desespero e foi atrás do disco. Voltou com um disco estranho, sem nome na capa. Na verdade, na capa não havia nada. Somente preto preto e mais preto. Quando perguntei o nome do disco ele disse: Black Album. E eu duvidei, porque não tinha escrito isso no encarte. Na verdade, na capa havia uma cobra e um nome meio borrado. Mas só isso.

Aquele dia quando cheguei em casa, botei o disco para tocar. Lembro até hoje. E, logo na primeira música eu já tava quase tendo um treco. A primeira música era a música da “banda sem nome”. Aprendi então que se chamava Enter Sandman, e a “banda sem nome” tinha nome, e se chama Metallica.

Ouvi o CD todo, direto. Não acreditava naquilo, o disco não tinha nenhuma musica chata. Nunca tinha acontecido isso comigo. Quase nunca acontece hoje ainda: Eu gostar de um disco inteiro, já na primeira escutada. Geralmente leva alguns dias para que eu absorva tudo e passe a realmente gostar de um disco. Mas com aquele não. Eu adorei logo de cara.

Incrivel como aquele dia ficou grudado na minha memória. Lembro de ter ouvido CD com fones de ouvido direto no CDPlayer, lembro de ter lido as letras, ter ouvido o CD novamente, ter visto um episódio do Tin Tin (aquele do ônibus espacial), de ter gravado uma fita K7 com as três músicas que eu achei mais legais (Enter Sandman, Unforgiven e Nothing Else Matters) e ter ido dormir.  Lembro até com o que eu sonhei, mas isso não é da conta de vocês 😛

Quem diria que anos depois eu estaria numa festa de Garagem, cantando essa música junto com um grande amigo (lembra, rck?). Quem diria que anos depois seria eu que estaria em cima de um palco tocando essa música. E quem diria mais ainda, que eu veria os caras ali, ao vivo, tocando essa música!  Me desculpem todos os outros, mas essa foi para mim. Eu sei que foi.

Com vocês, a música sem nome da banda sem nome Enter Sandman, do Metallica.

[youtube K2jfV1DzcuQ]

Say your prayers little one
Don`t forget my son
To include everyone
I tuck you in
walk within
Keep you free from sin
‘til the sandman he comes

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight

Exit light
Enter night
Take my hand
We’re off to never never-land

Something’s wrong, shut the light
Heavy thoughts tonight
And they aren’t of Snow White
Dreams of war
Dreams of liars
Dreams of dragons fire
And of things that will bite, yeah

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight

Exit light
Enter night
take my hand
We’re off to never never-land

(whisper)
Now I lay me down to sleep (x2)
Pray the lord my soul to keep (x2)
If I die before I wake (x2)
Pray the lord my soul to take (x2)

Hush little baby don’t say a word
And never mind that noise you heard
It’s just the beasts under your bed
In your closet and in your head

Exit light
Enter night
Grain of sand

Exit light
Enter Night
Take my hand!
We’re off to never never-land

Yeah, ha ha ha

Boom

Yeah, yeah
oh, whoa

We’re off to never never-land

Take my hand
We’re off to never never-land
Take my hand
We’re off to never never-land

We’re off to never never-land

Free Bird

[youtube np0solnL1XY]

Lynyrd Skynyrd – Freebird

If I leave here tomorrow
Would you still remember me
For I must be traveling on now
‘Cause there’s too many places I’ve got to see

But if I stayed here with you,GIRL
Things just couldn’t be the same
‘Cause I’m as free as a bird now
And this bird you cannot change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change

Bye bye, baby, it’s been a sweet love, yeah, yeah
Though this feeling I can’t change
But please don’t take it so badly
‘Cause Lord knows I’m to blame

But if I stay here with you, GIRL
Things just couldn’t be the same
Cause I’m as free as a bird now
And this bird you never change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change
Lord help me I can’t change
Lord I can’t change,
Won’t you fly high, Free Bird, yeah

Ahn, oi? Já fazia um ano, hora de retomar isso aqui, né?

E voltamos em grande estilo, com um puta sonzaço, que é essa FreeBird. Segundo meu amigo Last.fm essa foi a música mais ouvida por mim em 2009 (e foi mesmo, mais de 100x). Freebird tem uma melodia impressionante, uma letra sensacional e um solo de guitarra que não é desse mundo. (Se quiserem ver a banda tocando, temos a versão ao vivo aqui).

Talvez seja por causa daquele clipe da banda Will to Power, que fez um medley com essa música (postarei outro dia), mas eu acho que a letra tem tudo a ver com “espírito motociclístico”.

Grande música. Grande música.

89, 99, 2009…

time

Esse começo de ano foi diferente. Ao invés de ficar pensando no ano que passou (2008), de ficar pensando no que deu certo, no que deu errado e no que deu MUITO errado, eu resolvi fazer diferente. Não que essas retrospectivas não sejam boas, mas é que são chatas pra burro. Além de que vc sempra acaba se focando mais no que deu errado do que no que deu certo.

Então que para esse ano eu resolvi fazer diferente. Eu resolvi parar e ver aonde estou hoje em dia e aonde eu queria estar 10 anos atrás e 20 anos atrás. Foi divertido.

Em 1989 eu tinha 6 anos. Eu queria ser um cientista quando crescesse. Um desses doutores amalucados dos desenhos e filmes, tipo o Doutor Brown do “De volta para o Futuro”. Um inventor. Alguem que inventasse coisas, porque eu vivia fazendo as minhas mini-invenções mirins. Não era nada muito avançado, mas eu não conhecia crianças que desmontassem carrinhos e fizessem modelos diferentes com as peças. Nessa época eu tinha uma motinho de plástico, desses estilão tico-tico e adorava. Eu também pensava que, se não desse certo como inventor, eu queria ser como o Jaspion (combater o mal me parecia um bom plano de profissão). Nessa época eu ficava pensando como seriam os ‘anos 2000’. “Noooossa! Vamos ter carros que voam, alienígenas estudando na sala de aula com a gente e viagens para o espaço!”.

Em 1999 eu estava com 16. Na verdade, eu lembro muito muito pouco de 1999. Não sei o que aconteceu, mas eu tenho um branco generalizado desse ano. Lembro um monte de coisas de 98 e de 2000, mas de 99 quase nada. Mas provavelmente eu era um adolescente que só ouvia rock pesado e tava pouco ligando para tudo. Eu não queria ser nada. Eu não queria trabalhar. A proximidade do fim dos estudos me deixava em pânico e o fato de escolher UMA só carreira para o resto dos meus dias era assustador.

Não tínhamos carros voadores, não haviam alienígenas e muito menos viagens galáticas. Eu queria subir em uma moto (porque era símbolo de rebeldia), eu queria ouvir rock (porque era música de rebeldia) e eu queria sumir. É, 1999 não foi um ano muito expressivo.

2009. DOIS MIL E NOVE. Uau. Dois mil e nove. Já reparou nisso? Para começar eu acho bom de escrever por extenso. Eu tinha a maior preguiça de escrever mil novecentos e noventa e nove. Dois mil e nove é muito mais prático.

Bem eu tenho uma profissão. Infelizmente não abriu a vaga de combatente do mal então eu tive que escolher a opção de cientista. Mas eu não sou bem aquele cientista maluco que sabe de tudo, mas eu trabalho inventando coisas. Eu escolhi uma profissão, mas continuo de olho em outras. Relacionadas, mas diferentes do que faço hoje. Acho que nunca vou conseguir para quieto e sossegar só em uma coisa. E bem, eu gosto de trabalhar. Não que eu goste de ir trabalhar, mas a independência financeira compensa o esforço.Afinal agora tenho uma moto. E uma guitarra.

Só o que me desanima dessa história toda de retrospectiva é que ainda não temos viagens interplanetárias. Eu queria tanto conhecer a galáxia…

Fechamento Anual

Hoje pela primeira vez em anos eu posso dizer que sei aonde eu gastei o meu dinheiro em 2008. Mas essa história começa um bom tempo antes…

Eu sempre fui gastador e consumista. Só consigo guardar dinheiro em último caso e mesmo assim é complicado. E, ser gastador me fazia passar aqueles apuros de olhar o saldo bancário e ver que sumiu 300 reais. “Me roubaram!” as vezes eu pensava. Mas que nada. Eu tinha gastado em baboseiras e nem tinha percebido.

Esses momentos de susto ao ver o saldo do banco eram frequentes (sem trema :P) e também eram frequentes os esquecimentos de pagar contas e as multas.

Aí, numa bela manhã de sol eu resolvi que ia acabar com isso. E comecei a procurar softwares de controles financeiros. Encontrei ferramentas muito boas, mas muito complexas. Eu queria algo simples, leve (que coubesse em um pendrive) e que fosse descomplicado. Algo melhor que uma planilha do excel mas sem frescuras.

Foi aí que apareceu MoneyLog Experience. Eu já acompanhava o Blog do Aurélio, o criador do MoneyLog, e vi o aplicativo aparecer e tomar forma. A primeira versão eu achei um pouco confusa e tentei usar mas sem sucesso. Por outro lado a versão 2 me conquistou e eu comecei os lançamentos. Até cheguei a desenvolver gambiarrar uma forma de usar Tags. Mas aí o Aurélio me apareceu com a versão 3.0.

E foi usando essa versão que eu acompanhei o meu orçamento e posso dizer tranquilamente que esse dado anual é 90% correto. Ocorreram alguns deslizes, mas nada que comprometesse o resultado final, que é o que eu mostro abaixo.

Free Image Hosting at www.ImageShack.us

É legal poder ver que mesmo “vivendo no bar” como disseram por aí, os gastos neles só chegaram a 1/4 do valor dos meus gastos mais sérios. Isso sem contar que esse ano tivemos uma super maratona etílica com a vinda do capitão no começo do ano e uma meia maratona de despedida de solteiro do Álvaro agora no fim do ano.

É legal poder ver quanto eu gastei com moto, gasolina, com a pós graduação e até mesmo com a minha namorada (não, não sou pão duro. É  namoro recente).

Os gastos com coisas relacionadas à entretenimento (categoria Nerd) continuam liderando. Aí eu incluí shows, eventos, livros, idas ao cinema, Dvds, e até o computador novo que eu comprei esse ano.

Então fica aqui a recomendação. Hoje em dia é tão mais simples usar um programa assim… é só guardar os papeizinhos do Visa Electron na carteira e fazer o lançamento semanal, como eu faço. O ruim ainda é contabilizar dinheiro vivo. Para se perder com ele é fácil fácil.

A meta para 2009 é ter mais de 95% de confiabilidade na lista. Será que eu consigo?

Life is what you make it

[youtube jyocDeGh7Qs]

We believe in going our own way, no matter which way the rest of the world is going.
We believe in bucking the system that’s built to smash individuals like bugs on a windshield.
Some of us believe in the man upstairs. All of us believe in sticking it to the man down here.
We believe in the sky, and we don’t believe in the sunroof.
We believe in freedom.
We believe in dust, tumbleweeds, buffalo, mountain ranges and riding off into the sunset.
We believe in saddlebags and we believe that cowboys had it right.
We believe in refusing to knuckle under to anyone.
We believe in wearing black, because it doesn’t show any dirt or weakness.
We believe the world is going soft, and we’re not going along with it.
We believe in motorcycle rallies that last a week.
We believe in road side attractions, gas station hot dogs, and finding out what’s over the next hill.
We believe in rumbling engines, pistons the size of garbage cans, fuel tanks designed in 1936, freight-train size headlights, chrome and custom paint.
We believe in flames and skulls.
We believe life is what you make it, and we make it one hell of a ride.
We believe the machine you sit on can tell the world exactly where you stand.
We don’t care what everyone else believes.
Amen.

Amém.

Isso aqui é faroeste, amiguinho!

O tempo urge. Jogo a chave do nosso Ford Taurus quinta geração para o Agiota. Penso em pegar meu furador de papel paraguaio, mas desisto. Os cães parecem estar empolgados. Tybalt dirige como um louco. Problematizo sobre quantos caras vamos enfrentar dentro do pub, mas temos quatro pares de supra-renais eufóricas que darão conta do recado. Adentramos no bairro de recreação, permeado por delinqüentes da burguesia remediada. Mas a brincadeira revigorante de surrar pós-adolescentes agora não me interessa, as próximas horas estão reservadas para o ninho do Águia Dourada. Um nome celta que não ouso pronunciar desponta à uma quadra à nossa direita. Teobaldo estaciona bem na frente, onde é proibido. A fachada irlandesa é de uma horrível cor-de-abóbora. OTAN sai primeiro e fica mais perto do carro; Porpeta é o mais apressado e vai à frente de todos, o braço esquerdo esticado com o distintivo na mão, aborrecendo com sua retórica parnasiana o único segurança estacado na porta.

– Vou entrar nesse púbis! Torce o bico pra tua mãe!

– Infelizm…

Agiota desloca o queixo do segurança com uma cotovelada. Porpeta abre a porta com um pontapé; rapidamente, OTAN e eu entramos com nossas Colts 8 polegadas com o intuito de render alguém que pareça ser um funcionário. A casa não está muito cheia, apenas algumas mesas estão vazias. Uma música alegre com gaita de fole permeia o fundo. Andamos até o caixa, uma jovem ruiva vestida de verde levanta as duas mãos para o ar.

– Pode levar o dinheiro! – ela diz, assustada.

– Cadê o gerente? – OTAN é um cara calmo, eficiente e aculturado. – Você tem 5 segundos antes que eu encarne um fomoriano e coloque esse bareco abaixo!

– Aqui atrás! Não me mate!

Tybalt cuida da entrada enquanto Porpeta retira as pessoas do bar a seu modo. Eu e OTAN andamos por um breve corredor parcamente iluminado, passamos pelos banheiros até uma escada no fim do corredor. Olhamos para cima. Um sujeito alto, caucasiano louro e com um terno cinza-chumbo nos aguarda lá em cima, apontando uma Desert Eagle em nossa direção. É o Águia, e ele está preparando sua caça. Tenho a leve impressão que o tenhamos subestimado

Papo Volvos é uma série de Histórias que beiram um estilo policial noir, daqueles filmes clássicos que ninguém faz mais. É violento, descritivo, cheio de personagens marcantes de nomes estilosos e mostra uma faceta da lei que todos sabem que existe, mas poucos admitem.

Policiais (ou não) durões, abrindo caminho no meio de intrigas e ciladas usando nada mais do que socos, pontapés e um bom tiro de .380, a equipe de Papo – Papo, OTAN, Agiota e Porpeta – roda pela cidade em um Ford Taurus nas horas em que os bons moços estão dormindo e os bordéis estão cheios de adolescentes de classe média e desempregados deprimentes.

Para quem gosta do estilo é viciante. Leia mais no site Papo Volvos e veja ser escrito aos poucos, o que vai se tornar um Grande Livro.

It’s hard to keep an open heart

[youtube 8SbUC-UaAxE]

When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin’ when I hold you
Don’t you know I feel the same
‘Cause nothin’ lasts forever
And we both know hearts can change
And it’s hard to hold a candle
In the cold November rain
We’ve been through this
Such a long long time
Just tryin’ to kill the pain
yeahh..
But lovers always come
And lovers always go
And no one’s really sure
Who’s lettin’ go today
Walking away
If we could take the time
To lay it on the line
I could rest my head
Just knowin’ that you were mine
All mine
So if you want to love me
Then darlin’ don’t refrain
Or I’ll just end up walkin’
In the cold November rain

Do you need some time
On your own
Do you need some time
All alone
Everybody needs some time
On their own
Don’t you know you need some time
All alone

I know it’s hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn’t time be out to charm you

Sometimes I need some time
On my own
Sometimes I need some time
All alone
Everybody needs some time
On their own
Don’t you know you need some time
All alone

And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there’s no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
‘Cause nothin’ lasts forever
Even cold November rain

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Dont ya think that you
Need somebody
Dont ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody

Passei o dia com essa música na cabeça. Acho que ouvi umas 200x hoje.

Outra das minhas favoritas. Essa música é muito tudo. É muito foda, é muito bem tocada (a guitarra fala!),  as trocas de ritmo são ótimas, os violinos aparecem! e o clipe é muito foda, só é muito muito triste. Uma das coisas que eu acho legal é que as mensagens que o clipe passa e que a música passa são ligeiramente diferentes. Se complementam, por assim dizer.

É basicamente desse clipe que eu tirei aquela idéia (idiota?) de querer casar de dia, que todas as ex-pretendentes odiavam. Olha que legal que fica. Claro que, aquele casamento do Sam no final do SDA acabou com toda e qualquer vontade que eu tinha de casar de noite 😛 O clipe é muito legal, todo aquele lance de casamento e festa ali eu acho demais. Muito bacana o estilo do Padre e dos convidados.

Eu ia explicar, mas o video e a música já sao auto-explicativos. Agora me diz:Ela tinha que morrer no final, assim, do nada?

The sun will shine

[youtube kcB6SgkG4AE]

Metallica The Day That Never Comes

Born to push you around
Better just stay down
You put away,
He hits the flesh,
You hit the ground

Mouth so full of lies
Tend to block your eyes
Just keep them closed,
Keep praying, just keep waiting

Waiting for the one,
The day that never comes,
When you stand up and feel the warmth
But the sunshine never comes, no

No, the sunshine never comes

Pushed you across that line
Just stay down this time
Hide in yourself,
Crawl in yourself,
You’ll have your time

God I’ll make them pay
Take you back one day
I’ll end this day
I’ll splatter color on this grey

Waiting for the one,
The day that never comes
When you stand up and feel the warmth
But the sunshine never comes

Love is a four letter word,
And never spoken here
Love is a four letter word
Here in this prison

I suffer this no longer,
I’ll put an end to,
This I swear, This I swear

The sun will shine
This I swear, This I swear,
This I swear

Música do CD novo, que “oficialmente” sai na sexta, dia 12.  Essa música saiu no site da banda não tem nem um mês e já caiu na minha lista de Top10 do Metallica.

Engraçado como é a vida. Metallica foi trilha sonora de uma boa parte da minha adolescência. Amigos meus, que me criticavam por ser uma banda de rock “pesado” e supostamente “satanista” (apesar de que você não vê nenhuma referência a isso nas letras deles) hoje eu pego ouvindo Metallica.

Engraçado como que num momento desses, o que faltava era uma trilha sonora forte, pesada e agressiva. Bem, não falta mais 🙂

Vejam o video e ouçam a música para ver como é possível fazer uma ‘balada’ totalmente heavy metal.