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Objetivo do trabalho

Prezado aluno, blablablablabla yada yada yada, também faltou informar claramente qual é o OBJETIVO desse seu artigo.

Aí que eu recebi um comunicado assim sobre um artigo científico. Estou aqui pensando, será que pega mal falar a verdade, igual ao Dr. Gori?

(reparem em quem dubla do Dr. Gori)

Eu.era.assim

eu-crianca

  • Mullets.
  • Macacão.
  • Botas Esquisitas.
  • Relógio Cebolão.
  • Dynavision III Radical.
  • Cara de Bad Boy.

Esse sou eu com 10 anos!!!!  (tá, só era mais “forte”. Tenho “ossos largos”).

 

Love

Old Couple

“my grandparent’s 60th wedding anniversary. my grandfather had alzheimer’s. he didn’t remember his children, his home or anything else, but as bad as it got, whenever he saw my grandmother he would say, ‘look at my beautiful wife!’””

“Aniversario de 60 anos de casamento dos meus avós. Meu avô tem alzheimer. Ele não se lembra dos filhos, da sua casa ou de qualquer coisa, mas por pior que isso seja, toda vez que ele vê minha avó ele olha e diz “veja minha bela esposa!””

fonte> http://tumblr.bornthiswayfoundation.org/post/57444355178/this-is-what-true-love-looks-like-the-couples

Who will remember you?

Final Fantasy VII OLD

volta e meia me pego vendo essa imagem e pensando nisso.

“When all you have are memories, who will remeber you?”

Coleções e o Casamento (2)

 

Leia o primeiro post aqui

 

Continuando nossa odisseia sobre o empacotamento dos colecionáveis antes de meu casamento…

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Então que topei com os livros do Dilbert. Os primeiros foram presente do Álvaro e os últimos eu acabei comprando. Dilbert é uma série satírica de quadrinhos sobre a vida de Dilbert no mundo corporativo.

Ali, vê-se tudo o que eu vejo no meu mundo corporativo: tarefas sem sentido, chefes malucos, colegas de trabalho reclamões, agressivos e enrolões. A mais pura comédia e a mais pura realidade.

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Depois cheguei nos livros de RPG, e topei com a excelente linha de Trevas.

Ainda no ramo de RPG e já entrando no ramo de Games, temos algumas edições que me são muito estimadas.

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Poucas sessões de RPG foram mais divertidas para mim que as primeiras sessões de Street Fighter que jogamos. Pena que resolvemos parar para trocarmos por GURPS.

Gostei tanto desse jogo como leitura, que tive as 3 edições originais e depois comprei o encadernado (ultima foto).

E já que estamos tratando de Street Fighter, cavando eu achei outras preciosidades.

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Edições de um Mangá do Street Fighter Zero 3, lançadas pela editora Trama e licenciadas pela Capcom.

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Os desenhos são bem feitos e o enredo segue mais ou menos o enredo do game. E ainda tem claro, uma tiradas tipicamente nacionais.

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(clique para ampliar)

Ainda nessas edições, temos a luta entre Sagat e o Ryu, dominado pelo Ansatsuken e transformado em Evil Ryu.

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E junto com essas edições, um grande presente. Meu amigo Siroma e uma de suas obras de arte. Durante quase 10 anos decorou a parede de meu quarto. E está guardado esperando eu morar em uma casa maior até que possa voltar para a parede.

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(continua)

Coleções e o Casamento (1)

Eu sei, esse post era para sair 6 meses atrás, mas eu fiquei me enrolando e enrolando, então pare de reclamar senão eu já desisto.

 

Então que eu ia casar.

Eu ia casar dali 10 dias e precisava dar um jeito nas minhas coleções. Não dava para levar tudo: Peças de Computadores, Revistas, Livros, e bugigangas.

 

Dar fim no depto de Informática foi fácil: Boa parte do que eu tinha era lixo tecnológico: Pcs velhos demais (um 486 DX2 funcionando!), peças e mais peças de PCs – algumas boas, outras estragadas – CDs, caixas de placas mãe, placas de expansão bizarras – placas de som, placas de TV, etc – e mais um monte de porcarias.

Todo o dpto de informática que era aproveitável foi doado para a prefeitura via 156. Só ligar, marcar a hora que eles vem buscar. O que era lixo, infelizmente foi para o lixo.

 

Depois da missão TI, eu tinha a missão armário.

Ali, estavam guardados: Os meus livros, revistas, gibis, CDs, DVDs e outros.

Eu precisava dar um jeito, dar uma limada nas coisas e reduzir um pouco a quantidade.

Conforme fui tirando as coisas, fui empacotando e tirando fotos.

 

Na primeira porta do armário eu tinha os livros.

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Esses foram os que valeram a pena guardar. Dessa galera toda depois fiz uma outra limpa e os livros descartados foram doados para o Farol do Saber, um tipo de biblioteca municipal.

Para o transporte para a casa nova, os volumes foram empacotados em pacotes zip e guardados a (meio)vácuo

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(senhor dos anéis, edição de 98 – um orgulho)

O legal dessas limpas, é que sempre revemos um ou outro título que nos impressiona no estilo “como isso veio parar aí?”

Os livros sobre Cuba, por exemplo: Nos dois paguei menos de 10 reais. Um comprado numa livraria (o mais feio) e o outro em um sebo.

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Eu também já tive minha fase de jovem comunista :P.  (sim, continuo achando que o comunismo/socialismo funciona – as pessoas é que não). E os dois livros, mais do que outros, mostram a personalidade fantástica que foi o Fidel.

Seguindo nas arrumações, topei com outro livro de capa terrível, que até hoje me faz ser motivo de chacota entre amigos: Tai Pan.

Tai Pan é um livro de James Clavell (autor que eu já conhecia por Shogum – excelente livro sobre o Japão feudal) que trata sobre o comércio entre a Inglaterra imperial e a China. O livro trata também sobre a criação de Hong Kong, e faz um papel muito maneiro de romance histórico. Os personagens são fantásticos e ninguém me tira da cabeça a imagem que o Tai Pan é igualzinho o Rugal.

Mas como eu dizia: Grandes livros com capas terríveis. Saca isso:

Mudanças  (10)

Eu sei. Parece Sabrina.

 

De livros que valem a pena a menção, ainda topei com um clássico, devidamente furtado (há anos) da biblioteca de meu pai:

Mudanças  (102)

 

Outra do Analista de Bagé

Existem muitas histórias sobre o analista de Bagé mas não sei se todas são verdadeiras. Seus métodos são certamente pouco ortodoxos, embora ele mesmo se descreva como “freudiano barbaridade”. E parece que dão certo, pois sua clientela aumenta. Foi ele que desenvolveu a terapia do joelhaço.

Diz que quando recebe um paciente novo no seu consultório a primeira coisa que o analista de Bagé faz é lhe dar um joelhaço. Em paciente homem, claro, pois em mulher, segundo ele, “só se bate pra descarregá energia”. Depois do joelhaço o paciente é levado, dobrado ao meio, para o divã coberto com um pelego.

– Te abanca, índio velho, que tá incluído no preço.

– Ai – diz o paciente.

– Toma um mate?

– Na-não… – geme o paciente.

– Respira fundo, tchê. Enche o bucho que passa.

O paciente respira fundo. O analista de Bagé pergunta:

– Agora, qual é o causo?

– É depressão, doutor.

O analista de Bagé tira uma palha de trás da orelha e começa a enrolar um cigarro.

– Tô te ouvindo – diz.

– É uma coisa existencial, entende?

– Continua, no más.

– Começo a pensar, assim, na finitude humana em contraste com o infinito cósmico…

– Mas tu é mais complicado que receita de creme Assis Brasil.

– E então tenho consciência do vazio da existência, da desesperança inerente à condição humana. E isso me angustia.

– Pois vamos dar um jeito nisso agorita – diz o analista de Bagé, com uma baforada.

– O senhor vai curar a minha angústia?

– Não, vou mudar o mundo. Cortar o mal pela mandioca.

– Mudar o mundo?

– Dou uns telefonemas aí e mudo a condição humana.

– Mas… Isso é impossível!

– Ainda bem que tu reconhece, animal!

– Entendi. O senhor quer dizer que é bobagem se angustiar com o inevitável.

– Bobagem é espirrá na farofa. Isso é burrice e da gorda.

– Mas acontece que eu me angustio. Me dá um aperto na garganta…

– Escuta aqui, tchê. Tu te alimenta bem?

– Me alimento.

– Tem casa com galpão?

– Bem… Apartamento.

– Não é veado?

– Não.

– Tá com os carnê em dia?

– Estou.

– Então, ó bagual. Te preocupa com a defesa do Guarani e larga o infinito.

– O Freud não me diria isso.

– O que o Freud diria tu não ia entender mesmo. Ou tu sabe alemão?

– Não.

– Então te fecha. E olha os pés no meu pelego.

– Só sei que estou deprimido e isso é terrível. É pior do
que tudo.

Aí o analista de Bagé chega a sua cadeira para perto do divã e pergunta:

– É pior que joelhaço?

 

(continua)

Edição de Colecionador

Minha mania de colecionar coisas começou em 92. Na época com 9 anos fui fazer uma viagem de ônibus e meu pai comprou para mim uma HQ do Super-Homem (não acostumo a chamar de Superman) para me entreter no ônibus. Adorei.

Comecei a pedir para ele comprar mais e volta e meia ele me aparecia com um. Lembro que na época tinha mais material do Batman e do Homem Aranha do que do Super (papai sempre foi fã do Morcego e do Aranha). Mas era aquela coisa meio desparceirada. Afinal, uma criança de 9 anos não perceberia, certo?

No final de 94 vi no Jornal Nacional (!) uma notícia sobre a Morte do Super-Homem que iria começar a sair no Brasil. Infelizmente não achei o video disso.

Em Jan de 95 (já com uma pequena coleção) comecei a comprar a revista mensal do Super-Homem e a nova revista do Superboy. As duas começavam a nova fase do Super com mullets, logo após a saga de Morte e Retorno. O preço era extremamente convidativo: R$1,45 cada.

Em 95 segui apenas com os dois titulos. Em 96 (acho), a mesada aumentou (e os cachorros no valor do almoço tbem 😛 ) e eu comecei a Ação Games e a Herói. Não lembro direito, mas acho que a primeira Herói que comprei foi a duas dúzias.

  

Adorei a revista na Hora. Sabe o Omelete, Jovem Nerd e outros sites de entretenimento geral? A Heroi era a versão impressa disso. 16 anos atrás. Uau.

Passei a colecionar a Heroi a partir dali e comecei a correr atrás dos números antigos.

Já a Ação Games eu comecei comprando um especial de Dicas e também gostei muito. Mas fui saber que era revista mensal meses depois.

Nessa época comecei um passatempo que durou anos: Correr atrás de números antigos.

Foi nos sebos do centro da cidade e em uma banca próximo de casa que eu encontrei as edições antigas da Herói e algumas Ação Games antigas.

Essa banca era de um tiozinho muito gente boa que pedia na editora as revistas que não estavam mais na prateleira e volta e meia ele me vinha com um achado da Herói.

Levou uns 2 anos, mas eu lembro que consegui completar.

 

Penei para achar essas 3 edições aí 😛

 

Segui com a Herói durante muitos anos, até a edição cento e poucos. Cheguei até a colecionar o spinoff Heroi Games, que durou só 6 edições.

Quando eles lançaram o site, em 200X (nao lembro direito) a revista caiu muito a qualidade e eu larguei. Lembro que ela acabou logo depois. O sitem tem até hoje : http://www.heroi.com.br/

A ação games era uma revista um pouco mais cara, então eu comprava quando dava. Aquela da imagem ali de cima era a 92. Eu comprei a revista regularmente da 114 ~ 150 ±. Quando a revista virou só PS2 e Dreamcast (e eu só tinha o N64) acabei largando.

Mas tive umas 50, 60 edições dela.

Logo mais tem mais. Fiquem ligados que esse papo vai longe.

Akuma

Akuma (“Devil” or “Demon”) – no Japão é Gouki (Great Demon)  悪魔.

O símbolo que aparece nas costas de Akuma (cuja leitura é “Ten”) é o ideograma para “Céu” 天 , no sentido abstrato de “Paraíso”.

Existem referências que apontam que o ideograma ainda representa os 108 “daemons” (espiritos iluminados) protetores que existem ao redor da terra (por isso o Odyuzu – terço budista – ao redor do pescoço do personagem)

Além disso o Kanji japonês pode ser interpretado como “Superação dos Limites” (do ser humano), destino, sorte ou imortalidade.

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Discman

Lembro de um dia, lá no segundo grau, quando uns filhos da puta amigos meus deram fim no meu discman.

Cara, eu fiquei muito puto xD

Eles fizeram de sacanagem e também estavam preocupados que eu ficava ouvindo isso aqui em Loop.

Heh 😛

Night Rider

atenção: esse é um post sobre minha vida sem graça no mundo corporativo. Minhas reclamações estão situadas das 07:30 as 17:30 e das 18:30 as 23h, ok?

 


Boa Noite, Curitiba.

Nessa correria do mundo de hoje, o tempo prega peças em você. Temos a impressão de que estamos lutando ‘pelo futuro, fazemos planos, projetos, planejamos viagens, atividades e o mundo nos faz esquecer da maior verdade de todas:

O relógio está correndo.

 ‘Nada pode deter a inexorável marcha do tempo’.

 

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