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Decide what you stand for

“You’ll see that without theory, we’re at sea without a map or a sextant,” Christensen writes. “If we can’t see beyond what’s close by, we’re relying on chance—on the currents of life—to guide us.”

 

That’s the lesson I learned: it’s easier to hold to your principles 100 percent of the time than it is to hold to them 98 percent of the time. The boundary—your personal moral line—is powerful because you don’t cross it; if you have justified doing it once, there’s nothing to stop you doing it again.

 

Decide what you stand for. And then stand for it all the time.

 

http://hbswk.hbs.edu/item/7007.html

Life is what you make it

[youtube jyocDeGh7Qs]

We believe in going our own way, no matter which way the rest of the world is going.
We believe in bucking the system that’s built to smash individuals like bugs on a windshield.
Some of us believe in the man upstairs. All of us believe in sticking it to the man down here.
We believe in the sky, and we don’t believe in the sunroof.
We believe in freedom.
We believe in dust, tumbleweeds, buffalo, mountain ranges and riding off into the sunset.
We believe in saddlebags and we believe that cowboys had it right.
We believe in refusing to knuckle under to anyone.
We believe in wearing black, because it doesn’t show any dirt or weakness.
We believe the world is going soft, and we’re not going along with it.
We believe in motorcycle rallies that last a week.
We believe in road side attractions, gas station hot dogs, and finding out what’s over the next hill.
We believe in rumbling engines, pistons the size of garbage cans, fuel tanks designed in 1936, freight-train size headlights, chrome and custom paint.
We believe in flames and skulls.
We believe life is what you make it, and we make it one hell of a ride.
We believe the machine you sit on can tell the world exactly where you stand.
We don’t care what everyone else believes.
Amen.

Amém.

Eagle

It is not necessary for eagles to be crows.
– Chief Sitting Bull

Life is too Short

– Então…
– Então…
– Faz tempo, não é?
– É.
– De volta ao velho estilo ultrapassado de papel+caneta?
– Parece que sim.

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Uma praça de alimentação não é bem o local mais indicado para se pensar na vida. Mas, era uma noite de sábado, e ela estava praticamente deserta. Não que ele ligasse pra barulho, estava sempre ouvindo música. Nem tampouco ligava para movimento das pessoas. Até achava engraçado ficar observando o ser humano.

Era uma visão um tanto melancólica, e era isso o que ele achava. Era o que lhe parecia, vendo o mundo pelo reflexo do capacete sobre a mesa. Vendo a si mesmo. Há quanto tempo vinha fugindo disso? Dias? Meses? Anos, talvez.

Fugindo. Tinha se escondido atrás de diversão. Atrás de alienação. Depois, tentara se absorver em faculdade. Em trabalho. Em academia. Pensava que se estivesse cansado demais não iria ter forças para encarar a si mesmo.

Nada. Continuava não dando certo. Diabo, tentara se tornar um tralha. Talvez se virasse um daqueles que tanto odiava, aquele olhar perdesse um pouco do brilho. Um pouco do fio.

Também não deu certo. Era bobo demais até para se tornar um cafajeste. “Nunca serão” e “Certas coisas, nunca mudam” era o que passava na cabeça dele. Não iria conseguir enlouquecer, apesar desta ser uma saída atraente.

Então ali estava.

Olhando o próprio reflexo, veio-lhe uma frase na cabeça. Uma lembrança, um aviso.

Todos vamos morrer um dia.

Já estamos a caminho disso, na verdade.

O reflexo continuava fitando-o com aquele olhar afiado, que gelava a alma. Porém, o reflexo assentiu. “Você tem razão”.

Life is too short, to be little.

Eu não ia postar esse. Esse é mais um daqueles vários posts que eu escrevi, mas que no outro dia não pareciam tão-legais-assim e que estavam indo pro lixo. Ou passaram um tempo pendurados dentro do ‘Rascunhos’. Diferente dos outros, esse eu escrevi em papel. Oldstyle mesmo. Andei com essa folha dobrada no bolso a semana toda. Agora, quando fui jogar fora, resolvi postar 😛

Gauderismo


(Trasgo)



Alguns são repost, outros são uma coletânea que eu fiz dos textos do Analista. Essas são aquelas frases que deve-ser ter na ponta da língua. Afinal, são “Mais eficiente que purgante de maná e japonês na roça”.

– Buenas. Vá entrando e se abanque, índio velho.

– Bom, se o amigo quiser dançar uma marca antes, esteja a gosto.

– Charlando que nem china da fronteira

– Pra amarrar cavalo no campo e mulher em casa, só carece de um pau firme.

– Mais ortodoxo que reclame de xarope.

– Dá mais que pereba em moleque.

– Quem gosta de aglomeramento é mosca em bicheira…

– Tu não sabe que em mulher e cavalo novo não se mete a espora

– Mais nervosa que gato em dia de faxina.

– carência afetiva é falta de homem.

– que nem luva de maquinista – Tão folgada que qualquer um bota a mão

– Mas isto ta ficando mais enrolado que lingüiça de venda.

– em mulher “só se bate pra descarrega energia”.

– Mas tu é mais complicado que receita de creme Assis Brasil.

– Bobagem é espirrá na farofa.

– Te preocupa com a defesa do Guarani e larga o infinito.

– Mais eficiente que purgante de maná e japonês na roça

– Está no Grande Galpão do céu capando anjo pra fazer lingüiça.

– Mais ortodoxo que caixa de maizena

– Cavalo manso é pra ir à missa.

– Oigalê! Já vi que o índio velho é dos que lê bula. Essa palavra eu só aprendi a dizer dois dias antes da formatura.

– Mais comprido que bombacha de gringo.

– Mais caro que argentina nova na zona.

– Oigalê bicho bem xucro

– Pode tomar que os micróbios são de casa

– Se abanque, índio velho, que tá incluído no preço.

– Depressa que eu to com a salinha cheia de louco.

– China de se apresentar pra mãe.

– Mais ciumenta que mulher de tenente.

– Eu gosto de fazer tudo como manda o almanaque.

– Tiro até as ceroulas. Quem trepa vestido é padre e tartaruga.

– Costeleta curta como estribo de anão

– Marica é marica. Nem todo mundo corta unha com facão.

– Ta emprenhando até china de delegado.

– Maragato, Guarani, Internacional, Ioland a Pereira, João XXIII, sal grosso em vez de salmoura, tango, mulher ancuda, pinga ardida, fumo de rama, filme de pirata e não sei cagá sem ler o Correio.

– Toda mulher deve lutar pela sua igualdade, desde que não interfira com o serviço da casa. Depois de pendurar as roupas ela pode fazer o que bem entender.

– A moça era que nem casa de esquina, dava pros dois lado.

– Pra besteira e financiamento do Banco do Brasil, sempre se arranja um jeito.

– Quem ta no governo tem sempre tesão de seminarista. Só muda o objeto da paixão do homem. Em vez da mulher dele, é a nossa paciência.

– Guasca velho!

– Cachorrão!

– Índio bem loco!

– Seu bosta!

– Animal!

– Desgraçado!

– Aquela , quando decide ir pra um lugar, é como cachorro de cego. Só matando.

– Foi como mijá em incêndio.

– mulher que vai pro Rio já desce na rodoviária falada.

– Passava mais a lingüiça na farinheira.

– Pior coisa que pode acontecer com um gaúcho, fora cair do cavalo ou a filha casar com nordestino.

– Índio louco de especial, gaúcho tipo exportação,

– Emprenhando até china de fiscal de Receita.

– Mais prestimosa que mãe de noiva

– Charlar passando a cuia, pra clarear a urina e as idéia, que loucura não tem micróbio.

– Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

– Tão botando mais coisa na minha boca que água em pirão de quartel.

– Mais ortodoxo que braguilha com botão.

– Engraçado é gorda botando as calça.

– Mais vaidoso que guri em chineiro.

– Mais ortodoxo que suspensório e pastilha Valda

– Conheço piá de estância que monta em bicho- papão.

– Andar com receio que nem velha em canoa.

– Ela é como trigo: lindo de se vê, mas só dá uma vez por ano.

– É esperta que nem gringo de venda

– Mulher só serve pra três coisas e pras outras duas tem diarista,

– Pisando mais firme que delegado novo em chineiro.

– Vem que aqui tem homem. E da fronteira!

– Mais comentada que vida de manicure.

– A verdade é uma mentira que aconteceu.

– Último desaforo que levei pra casa foi a minha mulher.

– Mais ortodoxo que pijama listrado.

– Começou aquela cantilena, más chato que padre da colônia

– Andam se rebolando por aí feito china de delegado

– Mentindo más que guri pra entrar em baile.

– Gengiva não morde mas segura os dente.”

– No meio de gaúcho me sinto como bebê no peito: tudo que eu preciso tá ali à mão.

– Pra gaúcho equivale a xingar a mãe e o Bento Gonçalves juntos

– De gins, com o rabo más apertado que as classe de baixa renda.

– Esse aí só serve pra morcilha. Mas morcilha de sangue de gente não presta. Então não serve pra nada!

– Más bisbilhoteiro que filho de empregada.

– Conheço de me tratar por tu e dividi palheiro, tchê.

– Que nem cestinha de morango. Por baixo é tudo podre.

– Pra boato e briga em bolicho, basta um cochicho.

– A garrafa térmica aumentou em muito a mobilidade do gaúcho, já que chaleira e lenha vermelha são difíceis de carregar e é hoje a segunda maior responsável pela evasão de gaúchos para outros estados, depois do governo.

– seu inglês é da fronteira. Quer dizer, igual ao espanhol, só com o agá mais aspirado.

– Foi más duro que ferra cavalo de estátua, tchê.

– Gauderiando más que cigano e candidato.

– Sou como china passada, não arreganho convite.

– Más seca que penico de cego.

– Por aqui já apareceu até maranhense.

– Más ortodoxo que pomada Minâncora.

– Más apertado que jeans de fresco

– Mate e china, quanto mais novo, mais quente.

– Bravateiro como castelhano em chineiro

– Sujo como pé de guri

– Branco como catarina assustado

– Duro como trança de beata.

– Más vale ser touro brocha que boi tesudo.

– Pra guaipeca, pontapé é mimo.

– Más sagrado que Deus e a mãe, só dívida de jogo.

– Más triste que tia em baile.

– Viúva moça é como louça: já foi usada, mas não se joga fora.

– Se Deus fez o mundo em seis dias, só no Rio Grande gastou cinco.

– Mais antigo que emplastro Sabiá

– O que vai longe sem sair do lugar é trilho.

– Mais linda que manta de charque gordo

– – – – –

– Más afiada que língua de sogra.

– Más angustiado que barata de ponta- cabeça.

– Más nervoso que potro com mosca no ouvido

– Más apertado que bombacha de fresco.

– Más apressado que cavalo de carteiro.< br />
– Más arisco do que china que não quer dar.

– Assanhado como solteirona em festa de casamento.

– Más assustado que véia em canoa

– Más atirado que alpargata em cancha de bocha.

– Más baixo que umbigo de cobra.

– De boca aberta que nem burro que comeu urtiga.

– Bonita que nem laranja de amostra.

– Cara amarrada como pacote de despacho.

– Más caro que argentina nova na zona.

– Más chato que chinelo de gordo.

– Cheio como penico em dia de baile.

– Cheio como barril de chopp em festa de crente.

– Cheio como mala de contrabandista.

– Más cheiroso que cangote de noiva.

– Más comprido que esperança de pobre.

– Más conhecido do que parteira de campanha.

– Mas contrariado que gato a cabresto.

– Coxuda como leitoa no engorde.

– Más curto que coice de porco.

– Más difícil que nadar de poncho e dormir de espora sem rasgar lençol.

– Engraxado que nem telefone de açougueiro.

– Más enrolada que lingüiça de venda .

– Faceiro como mosca em tampa de xarope.

– Faceiro que guri de bombacha nova.

– Más feio que briga de foice no escuro.

– Más feio que paraguaio baleado.

– Feliz como puta em dia de pagamento de quartel .

– Firme que nem palanque em banhado.

– Firme que nem prego em polenta.

– Firme como beliscão de ganso.

– Más por fora que surdo em bingo.

– Más por fora que cotovelo de caminhoneiro.

– Más informado que gerente de funerária.

– Más ligado que rádio de preso

– Más metido que dedo em nariz de piá.

– Quieto no Canto como guri cagado…

– Más pesado que sono de surdo.

– Quente como frigideira sem cabo.

– Tradicional como embalagem de Maisena.

– Tradicional como fórmula de Minâncora.