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Free Bird

[youtube np0solnL1XY]

Lynyrd Skynyrd – Freebird

If I leave here tomorrow
Would you still remember me
For I must be traveling on now
‘Cause there’s too many places I’ve got to see

But if I stayed here with you,GIRL
Things just couldn’t be the same
‘Cause I’m as free as a bird now
And this bird you cannot change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change

Bye bye, baby, it’s been a sweet love, yeah, yeah
Though this feeling I can’t change
But please don’t take it so badly
‘Cause Lord knows I’m to blame

But if I stay here with you, GIRL
Things just couldn’t be the same
Cause I’m as free as a bird now
And this bird you never change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change
Lord help me I can’t change
Lord I can’t change,
Won’t you fly high, Free Bird, yeah

Ahn, oi? Já fazia um ano, hora de retomar isso aqui, né?

E voltamos em grande estilo, com um puta sonzaço, que é essa FreeBird. Segundo meu amigo Last.fm essa foi a música mais ouvida por mim em 2009 (e foi mesmo, mais de 100x). Freebird tem uma melodia impressionante, uma letra sensacional e um solo de guitarra que não é desse mundo. (Se quiserem ver a banda tocando, temos a versão ao vivo aqui).

Talvez seja por causa daquele clipe da banda Will to Power, que fez um medley com essa música (postarei outro dia), mas eu acho que a letra tem tudo a ver com “espírito motociclístico”.

Grande música. Grande música.

Life is what you make it

[youtube jyocDeGh7Qs]

We believe in going our own way, no matter which way the rest of the world is going.
We believe in bucking the system that’s built to smash individuals like bugs on a windshield.
Some of us believe in the man upstairs. All of us believe in sticking it to the man down here.
We believe in the sky, and we don’t believe in the sunroof.
We believe in freedom.
We believe in dust, tumbleweeds, buffalo, mountain ranges and riding off into the sunset.
We believe in saddlebags and we believe that cowboys had it right.
We believe in refusing to knuckle under to anyone.
We believe in wearing black, because it doesn’t show any dirt or weakness.
We believe the world is going soft, and we’re not going along with it.
We believe in motorcycle rallies that last a week.
We believe in road side attractions, gas station hot dogs, and finding out what’s over the next hill.
We believe in rumbling engines, pistons the size of garbage cans, fuel tanks designed in 1936, freight-train size headlights, chrome and custom paint.
We believe in flames and skulls.
We believe life is what you make it, and we make it one hell of a ride.
We believe the machine you sit on can tell the world exactly where you stand.
We don’t care what everyone else believes.
Amen.

Amém.

Um dia de cada vez

[youtube dNNhIRE2TMI]

Repeti o Video. Mas a música é muito boa. A letra tem aqui

Posso fazer uma pergunta?”

“Sim, claro.”

“Você está bem?”

E foi assim. Mais de um mês atrás, na véspera do meu aniversário. Ela não teve dó de mim. Perguntou e ficou ali, esperando algo como uma resposta.

“Eu sou tão transparente assim?”

“É.”

Na hora eu me perdi em verborragia. Tentei de todas as formas enrolá-la. Mudava o assunto de um tópico a outro, pulava de tema em tema passando por várias coisas que eu fiz, para evitar responder. E ela me deixou falar. Me deixou tagarelar. Esse truque tagarela funcionava na maioria das vezes. Era só trocar de assunto algumas vezes que os ouvintes se perdiam. Quando eu cansei de falar, ela falou novamente.

“Você não me respondeu.”

“…”

“Você não me respondeu.”

“É. Poxa, eu sou tão transparente assim?”

“É.”

Na hora, no susto, eu não consegui responder. A pergunta dela fez minha cabeça girar. A metralhadora tagarela que eu liguei depois era uma prova disso. Ela me pegou desprevenido e parecia se divertir com o meu pânico. Enquanto isso ela ficava ali só olhando, só ouvindo.

Mas de um mês passou e essa é a resposta para a sua pergunta:

A base continua a mesma, as idéias continuam as mesmas, os sonhos, os mesmos.

Mas muita coisa mudou. Mudou a forma que eu encaro as coisas. Mudou a forma que eu encaro o tempo.

Eu deixei de pensar em anos e passei a pensar no máximo em semanas. “Viva um dia de cada vez”, como eu costumava dizer. E isso já me tirou um peso das costas impressionante.

Eu encontrei hobbies pelos quais me apaixonei. Coisas que eu sempre quis fazer desde pequeno, mas ou não tinha idade, ou não tinha grana. Ou os dois. Tempo eu continuo não tendo, mas isso nunca foi problema. “Quem quer dá um jeito”, dizia um grande pensador.

Eu passei várias noites em claro, mas eu consegui encontrar o caminho de volta. Eu estou bem sim.

Eu devo muito a “eles” e a você por isso. “Eles” têm grande parcela de culpa de eu ter (re)encontrado o meu caminho. Isso mostra que eu posso ter feito um monte de escolha errada na vida mas escolhi as pessoas certas para chamar de amigo. O fato de “eles” não terem desistido, mesmo quando eu desisti só aumenta ainda mais o respeito que eu tenho por “eles“.

I hope you had the time of your life

[youtube 3ZuJIr_uW3M]

Greenday – Good Riddance (Time Of Your Life)

Another turning point
A fork stuck in the road
Time grabs you by the wrist
Directs you where to go
So make the best of this test
And don’t ask why
It’s not a question
But a lesson learned in time
It’s something unpredictable
But in the end is right
I hope you had the time of your life

So take the photographs
And still frames in your mind
Hang it on a shelf in
Good health and good time
Tattoos of memories
And dead skin on trial
For what it’s worth
It was worth all the while
It’s something unpredictable
But in the end is right
I hope you had the time of your life

It’s something unpredictable
But in the end is right
I hope you had the time of your life

O Greenday tem algumas músicas que foram parte da minha vida e essa é uma delas. Essa música me lembra a última professora de inglês que eu tive, que vivia cantando “For what it’s worth, It was worth all the while”. Ela era um doce. Só escapei de ficar a fim dela porque andava meio de cara com essas coisas. Sei lá pq, mas professoras de inglês são o meu fraco. Outro dia eu conto mais sobre isso.

Então… sumido? Pois é. Sumido.

Digamos que a especialização matou o meu tempo livre. Mas eu também andei meio sem paciência para leitura em computadores nesses últimos dias. O tempo que restava eu acabei dividindo entre filmes, livros, e aquele papo com a turma ali no bar do alemão.

Nesse meio tempo fiz a loucura de ir viajar de moto \o/ Mamãe armou o maior berreiro, tadinha. Mas não teve jeito. Eu fui e voltei. Tranquilinho e sem emoções fortes. Por mais que pareça eu não consigo ficar com a cabeça fora do lugar.

A cabeça está no lugar, mas a coluna não. Estou tendo que fazer fisioterapia. E vocês sabem como demooooora isso. Acho melhor eu ir pro “Martelinho de Ouro” de vez, trazer a bicha de volta pro lugar na pancada. Mas até que é legalzinho. Parece uma daquelas aulas de Kung Fu, quando o professor tava com humor ótimo e fazia uma aula bem zen, bem interna.

No mais é isso aí. Meu google reader tem tanta coisa para ler que acho que daqui um mês talvez eu dê conta 😛

Mas no final, tudo vai dar certo =)

For what it’s worth, It was worth all the while…
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Here I go into new days

[youtube RYsnXRrLgNE]

Hey, hey, hey
Here I go now
Here I go in to new days
Hey, hey, hey
Here I go now
Here I go into new days
Im pain, Im hope, Im suffer
Yeah, hey, hey, hey, yeah
Here I go into new days

Hey, hey, hey
Aint no mercy, aint no mercy there for me,
Hey, hey, hey
Aint no mercy, aint no mercy there for me,
Im pain, Im hope, Im suffer
Yeah, hey, hey, hey
Aint no mercy, aint no mercy there for me

Do you bury me when Im gone?
Do you teach me while Im here?
…just as soon as I belong, then its time I disappear

Hey, hey, hey
And I went, and I went on down that road
Hey, hey, hey
And I went on, and I went on down that road
Im pain, Im hope, Im suffer
Hey, hey, hey
Yeah and went on, and I went on down that road

Do you bury me when I’m gone?
Do you teach me while I’m here?
Just as soon as I belong,
Then it’s time I disappear.

(I’m gone)
(I’m gone)
(I’m gone)
(Gone, man, gone)
(I’m gone)
(Gone, baby)
(I’m gone)
(I’m gone)

Do you bury me when I’m gone?
Do you teach me while I’m here?
Just as soon as I belong,
Then it’s time I disappear.
…disappear

Já faz dias que essa música não sai da minha cabeça. Okey okey eu sou suspeito pra falar do Metallica, mas é rock’n’roll puro 😛

Certas vezes os problemas dão um rasante tentando nos pegar. Outras, parece que que a vida é como naquela escada: Ande contra tudo, contra todos. Mostre pra eles que se você cair, irá levantar. Faça cara feia, faça cara de choro, reclame, tenha força, sinta raiva. Mas o mais importante: Revide.

Outra vezes eu corro. Eu corro como se fosse só o que tivesse me restado. Eu corro para deixar os problemas lá atrás, para conseguir um tempo para respirar. Eu corro porque eu gosto de ver o borrão que só a velocidade é capaz de proporcionar. Eu corro só para ver até aonde a minha cabeça agüenta.

Há vezes em que eu corro apenas quando as coisas explodem. E também tem aquelas vezes em que eu fico. Todo mundo corre e eu fico. Ou eu corro pro lado oposto daonde todo mundo vai, porque eu sei que é ali que está a parte divertida. Apesar de tudo, eu gosto de uma boa encrenca 😉

Dirigir ou Pensar? Navegar ou Sentir?

Fato: Dirigir na cidade é um saco. Ponto. Aqui, para todos os efeitos estou falando de estradas (ou fora delas), ok?

Eu deixei até aonde deu para deixar para tirar a habilitação. Diferente de todos os caras de 18 anos, o meu maior desejo não era pegar o possante e sair por aí. Sei lá. Não tinha atração. Me enrolei até os quase 22 para tirar e só fiz porque precisava. Mas não gostava de dirigir. Dirigir na cidade é realmente irritante (e olha que Curitiba nem tem tanto carro assim). No trânsito a gente vê cada coisa e cada figura, que meudeusdocéu.

Realmente eu não gostava e evitava ao máximo. Até que eu arrumei um trabalho que me exigiu viajar. Dirigindo.

Um viagem longa de carro tem seus vários pontos bons e ruins. Dependendo da companhia a viagem pode ser uma diversão ou uma chatisse. Dependendo do tempo, dependendo das condições da estrada, do movimento, e de mais uma dúzia de coisas, a sua viagem pode ser um passeio ou um estresse.

Mas uma viagem também tem os seus pontos altos. As paisagens.

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Capacete


Como todo bom motoqueiro, eu ando com os meus perrengues com o Capacete. É quente, apertado, abafado, me deixa meio perdido, e sério: Não dá para ver porra nenhuma de dentro daquilo.

Mas eu sei que é importante, que é um tipo de Defesa Passiva (Graaaaande G.U.R.P.S.) que vc só sente falta quando realmente precisa e tals, mas ainda assim é muito chato.

Ontem voltando pra casa, eu tava pensando em quem usa capacete e como eles conseguiram fazer o que fizeram.

MasterChief, Samus e Marine: Vcs realmente são meus heróis.

Fazer 250LE

(Trasgo)

EDIT: Chegou!!!!!!!!!!

Dizer que eu estou faceiro é pouco. Quase dormi em cima dela 😛

Li o manual todo, e já consigo até arrancar a motoca. Me segurei o dia todo e não coloquei ela na rua (ainda)… mas espera passar semana que vem, que eu entro na autoescola e a coisa muda.

Tirei algumas fotos meio mandrakes, só para namorar ela quando estiver longe.


Então… Comprei.

Mamãe não gostou muito da idéia, lutou até o último para me convencer do contrário. Mas não teve jeito.

Que Uno Branco que nada, eu quero uma moto. Sempre quis. Desde pequeno. Ela até tava falando, “Não sei daonde vc tirou essa idéia de moto. Ninguém na nossa família tem”.

Poxa, eu cresci vendo na TV os meus heróis favoritos em Motos. O Jaspion tem a Alan Moto Space, os Changeman tinham motos, os Flashman também, o Kamen Rider Black então nem se fala.

Tá aí a explicação daonde eu tirei essa fissura por moto.

Então comecei a namorar as motos da Yamaha. Primeiro porque é não são Twister. Nada contra a TW, mas vcs sabem que eu tenho uma certa mania de não querer o que todo mundo tem e, na rua aqui em Curitiba só se vê tw. Quando o namoro com a Fazer já andava, vi que a Yamaha ia lançar uma série especial inteira preta. E que iam ser apenas 5000 unidades fabricadas. O número de motos foi limitado a 20 por concessionária. Para se ter uma idéia, a venda foi liberada na quarta feira e, quinta feira já tavam todas vendidas.

Consegui pegar uma dessas, por sorte.

Na semana passada fui na concessionária perto do trampo e a gerente me disse que precisava levar CPF, RG e comprovante de residencia para entrar na fila de espera. Aí começou a parte engraçada. Na segunda, deixei o comprovante em casa. Na terça peguei o comprovante. Deixei o resto dos documentos em casa. Na quarta feira peguei tudo e fui lá. Não tinha chegado ainda. Ela ficou de me ligar quanto chegasse. Me ligou na quinta, fui lá, preenchi a proposta e ela mandou pro banco. Me ligou na sexta. Fui lá de volta, assinei a papelada.

Tava louco de esperançoso que eles entregasse a moto na sexta ou no sábado. Já tava até vendo meu final de semana divertido, aprendendo a andar de moto. Ah, verdade. Nem bem começou o Jerico 2008 e eu já mereço uma indicação. Não tenho habilitação pra moto. Não sei andar. Na verdade, nunca andei de moto. Nem de carona.

Mas a nota fiscal só sai na segunda então só na segunda.

Fui na concessionária hoje para ver os esquemas do Seguro, emplacamento e tals e vi ela ali, na porta. Com uma plaquinha em cima: “Vendida – De Niro“.

E eu aqui, nessa angustia! Mas eu estou feliz 😀

Quanto mais a gente luta para realizar esses sonhos bobinhos, mas a gente percebe que é aí que está a razão de viver.