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Go out Walking

Go fo a Walk

Quando é a hora de parar?

Quanto te pagavam inicialmente para desistir dos seus sonhos?

E quando você iria parar e voltar a fazer o que te faz feliz?

Who will remember you?

Final Fantasy VII OLD

volta e meia me pego vendo essa imagem e pensando nisso.

“When all you have are memories, who will remeber you?”

O que é Coragem?

Trecho extraído do excelente texto do Alvorecer : http://oalvorecer.com/2012/02/23/a-coragem-para-viver-conscientemente

Acesse lá para ler o artigo completo.

Coragem não é a ausência de medo, mas um julgamento de que alguma outra coisa é mais importante do que o medo.
– Ambrose Redmoon

Coragem é resistência ao medo, controle do medo – não ausência de medo.
– Mark Twain

Coragem é estar morto de medo, mas ainda assim ter domínio de si mesmo.
– John Wayne

Eu gosto das definições de coragem acima, as quais sugerem que a coragem é uma habilidade que o incita a tomar ações ao invés de permanecer parado, com medo.

A palavra coragem deriva do latim cor, que significa “coração”. Mas coragem verdadeira tem um sentido mais intelectual do que sentimental. Ela requer que usemos a parte cerebral única que os humanos possuem (o neocortex) para adquirir o controle, tirando-o do cérebro límbico emocional que você compartilha com outros mamíferos.

Seu cérebro límbico avisa o perigo, mas o neocortex raciocina que o perigo não é real, que você simplesmente sente o medo e toma as ações mesmo assim.

Quanto mais você aprender a agir ao invés de sentir medo e paralisar, mais humano você se torna. Quanto mais você seguir seus medos, mais você viverá como um mamífero inferior.

 

Então a questão “Você é um homem ou um rato?” é consistente com a neurologia humana.

 

Pessoas corajosas ainda estão com medo, mas elas não deixam o medo paralizá-las. Pessoas pouco corajosas irão ceder cada vez mais ao medo, o que têm o efeito de fortalecer o medo ao longo do tempo.

Quando você evita enfrentar um medo e daí se sente aliviado por ter escapado dele, isso atua como uma recompensa psicológica que reforça o comportamento-medroso-de-rato, fazendo com que a probabilidade de você evitar enfrentar um medo aumente ainda mais no futuro. Você está literalmente condicionando a si mesmo para tornar-se cada vez mais tímido e parecido com um rato.

O ponto mais importante que eu quero que você aprenda neste artigo é que a verdadeira coragem é uma habilidade mental, não emocional. Neurologicamente isso significa usar a região cerebral do neocortex racional para dominar os impulsos emocionais límbicos. Em outras palavras, você usa sua inteligência humana, lógica e vontade independente para superar as limitações que você herdou como um mamífero emocional.

Não importa quão difícil isso possa parecer, faça a escolha de viver conscientemente. Não sucumba à realidade meio-consciente de pensamentos baseados em medo, preenchendo sua vida com distrações para evitar encarar o que você sente naqueles espaços silenciosos entre seus pensamentos.

Ou você exercita seus dotes humanos de coragem e vai progressivamente treinando sua força para enfrentar seus mais profundos e tenebrosos medos para viver como o ser poderoso que realmente é, ou admita que seus medos são grandes demais, e abrace a vida como um roedor.

Mas faça essa escolha conscientemente e com total percepção das consequências. Se você vai deixar o medo vencer a batalha da sua vida, então proclame-o vitorioso e desista da luta.

Se você simplesmente evita viver consciente e corajosamente, então isso é o equivalente a desistir da vida em si mesma, onde sua existência restante se torna um pouco mais do que um período de espera antes da morte física – o nada como sendo o oposto à audaciosa aventura.

“Look at every path closely and deliberately, then ask ourselves this crucial question: Does this path have a heart? If it does, then the path is good. If it doesn’t then it is of no use to us.”
― Carlos Castaneda

Vai lá, leia o texto completo: http://oalvorecer.com/2012/02/23/a-coragem-para-viver-conscientemente

 

 

Keep Moving Forward

Filmes do Rocky são puras lições de superação e motivação.  Só quem não assistiu é que não sabe.

Let me tell you something you already know.

The world ain’t all sunshine and rainbows. It’s a very mean and nasty place and it don’t care how tough you are. It will beat you to your knees and keep you there permanently if you let it.

You, me, or nobody is gonna hit as hard as life.

But it ain’t about how hard ya hit. It’s about how hard you can get it and keep moving forward.

How much you can take and keep moving forward. That’s how winning is done!

Now if you know what you’re worth then go out and get what you’re worth.

But ya gotta be willing to take the hits, and not pointing fingers saying you ain’t where you wanna be because of him, or her, or anybody!

Cowards do that and that ain’t you! You’re better than that! I’m always gonna love you no matter what. No matter what happens. You’re my son and you’re my blood. You’re the best thing in my life.

But until you start believing in yourself, ya ain’t gonna have a life.

Retrato de um ENTP

Anos atrás eu fiz o teste de personalidade de Myers-Briggs Type Indicator® (MBTI®). Esse teste tenta enquadrar o indivíduo testado dentro de uma gama de arquétipos de personalidade, descritos por C. G. Jung.

O teste em si consiste em responder várias perguntas, sobre como você reagiria a situações aleatórias. A teoria do teste é embasada no fato que as respostas fornecidas pelos sujeitos testados seguem um padrão normalmente consistente, e que pode ser alocado em um dos diversos tipos de arquétipos de personalidade previstos. Interessou? Leia mais no site oficial.

Como eu dizia, anos atrás fiz o teste. Ele está aqui: http://diegodn.info/blog/?p=202

Resolvi refazer o teste para ver o que acontecia. E o resultado mudou. A grosso modo, dá para dizer que me converti de um Artífice em um Inventor. Calma, vai lendo que vc vai entender… laááá no final, eu coloquei uma conclusão

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A música sem nome, da Banda sem Nome.

Tudo começou numa tade de 1994.

Um antigo amigo me mostrou uma fita K7 com uma música muito boa, que, de cara, eu adorei. Quando perguntei qual o nome da banda, esse amigo não sabia. Tinha roubado a fita do irmão dele, e tentaria depois descobrir o nome. Fiz um cópia daquela música instrumental e volta e meia acabava ouvindo, mas aquele amigo nunca me contou o nome. Tinha levado uns bofetes do irmão por ter mexido onde não devia e não tivera coragem de perguntar.

Então eu segui por alguns anos, ouvindo aquela música, aquela mesma música diversas vezes, da “banda sem nome”.E era uma gravação ruim, meio midi, mono e com volume baixo. Mas mesmo assim eu seguia ouvindo (sempre gostei de midis).

Até que um belo dia eu estava andando dentro de uma loja de CDs, quando começou a tocar dentro da loja uma música legal, pesadona. Um rockão foda. E para minha surpresa, eu comecei a cantar no modo nã-nã-nã a música. Foi aí que eu percebi: Estava tocando aquela música que eu ouvi durante anos, da “banda sem nome”.

Sem pensar duas vezes, corri do lado de fora da loja, desesperadamente arrastei o atendente para dentro e disse para ele: Quero o CD que tem essa música aí!. Ele começou a rir do meu desespero e foi atrás do disco. Voltou com um disco estranho, sem nome na capa. Na verdade, na capa não havia nada. Somente preto preto e mais preto. Quando perguntei o nome do disco ele disse: Black Album. E eu duvidei, porque não tinha escrito isso no encarte. Na verdade, na capa havia uma cobra e um nome meio borrado. Mas só isso.

Aquele dia quando cheguei em casa, botei o disco para tocar. Lembro até hoje. E, logo na primeira música eu já tava quase tendo um treco. A primeira música era a música da “banda sem nome”. Aprendi então que se chamava Enter Sandman, e a “banda sem nome” tinha nome, e se chama Metallica.

Ouvi o CD todo, direto. Não acreditava naquilo, o disco não tinha nenhuma musica chata. Nunca tinha acontecido isso comigo. Quase nunca acontece hoje ainda: Eu gostar de um disco inteiro, já na primeira escutada. Geralmente leva alguns dias para que eu absorva tudo e passe a realmente gostar de um disco. Mas com aquele não. Eu adorei logo de cara.

Incrivel como aquele dia ficou grudado na minha memória. Lembro de ter ouvido CD com fones de ouvido direto no CDPlayer, lembro de ter lido as letras, ter ouvido o CD novamente, ter visto um episódio do Tin Tin (aquele do ônibus espacial), de ter gravado uma fita K7 com as três músicas que eu achei mais legais (Enter Sandman, Unforgiven e Nothing Else Matters) e ter ido dormir.  Lembro até com o que eu sonhei, mas isso não é da conta de vocês 😛

Quem diria que anos depois eu estaria numa festa de Garagem, cantando essa música junto com um grande amigo (lembra, rck?). Quem diria que anos depois seria eu que estaria em cima de um palco tocando essa música. E quem diria mais ainda, que eu veria os caras ali, ao vivo, tocando essa música!  Me desculpem todos os outros, mas essa foi para mim. Eu sei que foi.

Com vocês, a música sem nome da banda sem nome Enter Sandman, do Metallica.

[youtube K2jfV1DzcuQ]

Say your prayers little one
Don`t forget my son
To include everyone
I tuck you in
walk within
Keep you free from sin
‘til the sandman he comes

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight

Exit light
Enter night
Take my hand
We’re off to never never-land

Something’s wrong, shut the light
Heavy thoughts tonight
And they aren’t of Snow White
Dreams of war
Dreams of liars
Dreams of dragons fire
And of things that will bite, yeah

Sleep with one eye open
Gripping your pillow tight

Exit light
Enter night
take my hand
We’re off to never never-land

(whisper)
Now I lay me down to sleep (x2)
Pray the lord my soul to keep (x2)
If I die before I wake (x2)
Pray the lord my soul to take (x2)

Hush little baby don’t say a word
And never mind that noise you heard
It’s just the beasts under your bed
In your closet and in your head

Exit light
Enter night
Grain of sand

Exit light
Enter Night
Take my hand!
We’re off to never never-land

Yeah, ha ha ha

Boom

Yeah, yeah
oh, whoa

We’re off to never never-land

Take my hand
We’re off to never never-land
Take my hand
We’re off to never never-land

We’re off to never never-land

Free Bird

[youtube np0solnL1XY]

Lynyrd Skynyrd – Freebird

If I leave here tomorrow
Would you still remember me
For I must be traveling on now
‘Cause there’s too many places I’ve got to see

But if I stayed here with you,GIRL
Things just couldn’t be the same
‘Cause I’m as free as a bird now
And this bird you cannot change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change

Bye bye, baby, it’s been a sweet love, yeah, yeah
Though this feeling I can’t change
But please don’t take it so badly
‘Cause Lord knows I’m to blame

But if I stay here with you, GIRL
Things just couldn’t be the same
Cause I’m as free as a bird now
And this bird you never change

Ohohohohohhhhh
And the bird you cannot change
And this bird you cannot change
Lord knows I can’t change
Lord help me I can’t change
Lord I can’t change,
Won’t you fly high, Free Bird, yeah

Ahn, oi? Já fazia um ano, hora de retomar isso aqui, né?

E voltamos em grande estilo, com um puta sonzaço, que é essa FreeBird. Segundo meu amigo Last.fm essa foi a música mais ouvida por mim em 2009 (e foi mesmo, mais de 100x). Freebird tem uma melodia impressionante, uma letra sensacional e um solo de guitarra que não é desse mundo. (Se quiserem ver a banda tocando, temos a versão ao vivo aqui).

Talvez seja por causa daquele clipe da banda Will to Power, que fez um medley com essa música (postarei outro dia), mas eu acho que a letra tem tudo a ver com “espírito motociclístico”.

Grande música. Grande música.

89, 99, 2009…

time

Esse começo de ano foi diferente. Ao invés de ficar pensando no ano que passou (2008), de ficar pensando no que deu certo, no que deu errado e no que deu MUITO errado, eu resolvi fazer diferente. Não que essas retrospectivas não sejam boas, mas é que são chatas pra burro. Além de que vc sempra acaba se focando mais no que deu errado do que no que deu certo.

Então que para esse ano eu resolvi fazer diferente. Eu resolvi parar e ver aonde estou hoje em dia e aonde eu queria estar 10 anos atrás e 20 anos atrás. Foi divertido.

Em 1989 eu tinha 6 anos. Eu queria ser um cientista quando crescesse. Um desses doutores amalucados dos desenhos e filmes, tipo o Doutor Brown do “De volta para o Futuro”. Um inventor. Alguem que inventasse coisas, porque eu vivia fazendo as minhas mini-invenções mirins. Não era nada muito avançado, mas eu não conhecia crianças que desmontassem carrinhos e fizessem modelos diferentes com as peças. Nessa época eu tinha uma motinho de plástico, desses estilão tico-tico e adorava. Eu também pensava que, se não desse certo como inventor, eu queria ser como o Jaspion (combater o mal me parecia um bom plano de profissão). Nessa época eu ficava pensando como seriam os ‘anos 2000’. “Noooossa! Vamos ter carros que voam, alienígenas estudando na sala de aula com a gente e viagens para o espaço!”.

Em 1999 eu estava com 16. Na verdade, eu lembro muito muito pouco de 1999. Não sei o que aconteceu, mas eu tenho um branco generalizado desse ano. Lembro um monte de coisas de 98 e de 2000, mas de 99 quase nada. Mas provavelmente eu era um adolescente que só ouvia rock pesado e tava pouco ligando para tudo. Eu não queria ser nada. Eu não queria trabalhar. A proximidade do fim dos estudos me deixava em pânico e o fato de escolher UMA só carreira para o resto dos meus dias era assustador.

Não tínhamos carros voadores, não haviam alienígenas e muito menos viagens galáticas. Eu queria subir em uma moto (porque era símbolo de rebeldia), eu queria ouvir rock (porque era música de rebeldia) e eu queria sumir. É, 1999 não foi um ano muito expressivo.

2009. DOIS MIL E NOVE. Uau. Dois mil e nove. Já reparou nisso? Para começar eu acho bom de escrever por extenso. Eu tinha a maior preguiça de escrever mil novecentos e noventa e nove. Dois mil e nove é muito mais prático.

Bem eu tenho uma profissão. Infelizmente não abriu a vaga de combatente do mal então eu tive que escolher a opção de cientista. Mas eu não sou bem aquele cientista maluco que sabe de tudo, mas eu trabalho inventando coisas. Eu escolhi uma profissão, mas continuo de olho em outras. Relacionadas, mas diferentes do que faço hoje. Acho que nunca vou conseguir para quieto e sossegar só em uma coisa. E bem, eu gosto de trabalhar. Não que eu goste de ir trabalhar, mas a independência financeira compensa o esforço.Afinal agora tenho uma moto. E uma guitarra.

Só o que me desanima dessa história toda de retrospectiva é que ainda não temos viagens interplanetárias. Eu queria tanto conhecer a galáxia…

Life is what you make it

[youtube jyocDeGh7Qs]

We believe in going our own way, no matter which way the rest of the world is going.
We believe in bucking the system that’s built to smash individuals like bugs on a windshield.
Some of us believe in the man upstairs. All of us believe in sticking it to the man down here.
We believe in the sky, and we don’t believe in the sunroof.
We believe in freedom.
We believe in dust, tumbleweeds, buffalo, mountain ranges and riding off into the sunset.
We believe in saddlebags and we believe that cowboys had it right.
We believe in refusing to knuckle under to anyone.
We believe in wearing black, because it doesn’t show any dirt or weakness.
We believe the world is going soft, and we’re not going along with it.
We believe in motorcycle rallies that last a week.
We believe in road side attractions, gas station hot dogs, and finding out what’s over the next hill.
We believe in rumbling engines, pistons the size of garbage cans, fuel tanks designed in 1936, freight-train size headlights, chrome and custom paint.
We believe in flames and skulls.
We believe life is what you make it, and we make it one hell of a ride.
We believe the machine you sit on can tell the world exactly where you stand.
We don’t care what everyone else believes.
Amen.

Amém.