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Icones Old School

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iPad

Faziam meses que eu estava atrás de outro netbook.

No fim do ano comprei o HP Dm1-3250 (R$ 899) mas não me adaptei. A bateria é excelente, teclado bom e video 3D ótimo, mas a CPU eu achei meio capenga. Sei lá, tinha horas (navegar na web, por exemplo) que parecia ser mais lento que o Intel Atom que eu tive.

Passei os ultimos 3 meses procurando um Netbook descente. Nada. Não se acha mais.

E isso tem um motivo comercial: Agora, existe a categoria dos Ultrabooks, que são Netbooks Parrudos com tela um pouco maior. Os safados fazem a tela 2″ maior, mas travam a resolução em 1366X768. A imagem fica uma droga.

Esses ultrabooks tem outra característica marcante: O preço BEEEEEM maior.  Para se ter idéia, um ultrabook pouco mais potente com o HP DM1 está na casa dos 2.000.  Netbooks estão sumindo do mercado e eu acho que é isso que os fabricantes estão fazendo: Quer um portátil mais portatil (mais leve) e com bateria maior? Compre um ultrabook por um preço absurdo.

Chega a ser ridículo.

De qualquer forma, comecei a me atrair pelo iPad.  Me enrolei e enrolei e num momento de fraqueza, quando vi já tinha comprado.

Realmente, as embalagens dos caras são FODA. A experiencia começa ali.

Mas tem alguns pontos MUITO porre. Gastei mais de 10 minutos registrando na Apple, iTunes, e outros serviços deles. Foi um tal de registrar, atualizar cadastro, preencher coisas. Chatice.

Depois do backup inicial feito, foi a hora do Jailbreak. Mais simples impossível. Levou 2 minutos para abrir o site, baixar a ferramenta, abrir e executar. O iPad resetou e plu!  Cydia Instalado.

Cydia é tipo uma AppStore só que lado B.

Tem que ver isso aí Apple. Instalar a loja paralela tá 5x mais rápido e simples que conseguir logar na sua.

Hostname

Pior dificuldade de todas. Fato.

AJAX – Semana Web 2.0

(Trasgo)
(um artigo um pouco mais técnico hoje, desculpem :P)

Continuando o especial:

1 – Feeds
2 – Podcasts
3 – AJAX
4 – Videos
5 – Social Bookmarks

AJAX (acrônimo de Asynchronous Javascript And XML) é o uso sistemático de tecnologias providas por navegadores, como Javascript e XML, para tornar páginas mais interativas com o usuário. AJAX não é somente um novo modelo, é também uma iniciativa na construção de aplicações web mais dinâmicas e criativas. AJAX não é uma tecnologia, são realmente várias tecnologias trabalhando juntas, cada uma fazendo sua parte, oferecendo novas funcionalidades.

O modelo clássico de aplicação web trabalha assim: A maioria das ações do usuário dispara uma solicitação para o servidor web. O servidor processa algo — recuperando dados, realizando cálculos, conversando com vários sistemas — e então retorna uma página HTML para o cliente. Porém, enquanto o servidor está fazendo seu trabalho, o que o usuário estará fazendo? O que é certo, esperando. E a cada etapa em uma tarefa, o usuário aguarda mais uma vez.

Obviamente, se nós estivéssemos projetando a Web a partir do zero para aplicações, não faríamos com que os usuários esperassem em vão. Uma vez que a interface está carregada, por que a interação do usuário deveria parar a cada vez que a aplicação precisasse de algo do servidor?

A maior vantagem das aplicações AJAX é que elas rodam no próprio navegador web. Então, para estar hábil a executar aplicações AJAX, bastar possuir algum dos navegadores modernos, ou seja, lançados após 2001. São eles: Mozilla Firefox, Internet Explorer 5+, Opera, Konqueror e Safari.

Os quatro princípios de Ajax:

  • O navegador hospeda uma aplicação, e não conteúdo

Em uma aplicação web clássica baseada em páginas, o navegador é efetivamente um terminal burro. Ele não sabe nada sobre o que o usuário está realmente realizando em suas ações conseqüentes. Já em uma aplicação Ajax, parte da lógica da aplicação é movida para o navegador.

  • O servidor fornece dados, e não conteúdo

Em uma aplicação Ajax, o tráfego tem sua maior intensidade no início, com um largo e complexo cliente sendo entregue em uma única explosão, quando o usuário entra. As comunicações subseqüentes com o servidor são muito mais eficientes, de qualquer forma. Para uma aplicação breve, o tráfego cumulativo pode ser menor em uma aplicação de página web convencional. Mas conforme o tamanho médio do tempo de interação aumentar, o custo de largura de banda da aplicação Ajax se torna menor do que sua aplicação clássica equivalente.

  • A interação do usuário com a aplicação pode ser flexível e contínua

Os conceitos mais sofisticados de interface com o usuário, assim como “arrastar e soltar”, se tornam praticáveis, trazendo as experiências dessas interfaces em pé de igualdade com os controles de aplicações desktop. Da perspectiva de usabilidade, esta liberdade não é importante somente porque ela permite exercer nossa imaginação, mas porque ela nos permite combinar a interação do usuário e as solicitações ao servidor de maneira mais completa.

  • Real codificação requer disciplina

Codificar uma aplicação Ajax é algo completamente diferente.  A base de código será tipicamente mais ampla que qualquer código escrito para uma aplicação web clássica. Boas práticas na construção da base de código se tornam muito importante. O código deve tornar-se, de preferência, responsabilidade de uma equipe do que apenas um indivíduo, criando edições de manutenibilidade, separações de interesses, e estilos e padrões de codificação comum. Uma aplicação Ajax, portanto, é uma porção de código funcionalmente complexa que comunica eficientemente com o servidor enquanto o usuário continua com seu trabalho. Ela é claramente uma descendência da aplicação clássica baseada em páginas, mas a similaridade não é mais forte do que entre um cavalinho de madeira e uma moderna bicicleta de passeio.

Exemplos Práticos

Vários sites em AJAX fazem fama na Web. os pioneiros foram:

Exemplo 1 – Google (Gmail, iGoogle, Google Docs) : Com uma interface revolucionária, o Google mostrou ao mundo o seu Gmail e trouxe uma das aplicações pioneiras em AJAx. Hoje, já temos vários outros serviços de email pensando da mesma maneira – Yahoo, Windows Live Mail – mas o gmail foi o líder. Compare o visual e a usabilidade do Gmail com um email antigo, como o do Bol, por exemplo, e você verá que porque programar em AJAX realmente faz a diferença. A home personalizada do Google também aplica conceitos avançados de AJAX, como arrastar e soltar. O Google Docs fornece um editor de texto avançado, um editor de planilha avançado e um editor de apresentações avançados, inteiramente escritos em AJAX, perfeitamente funcionais, capazes de suportar edições simultaneas de vários usuários. Na verdade, praticamente todos os serviços do Google utilizam-se de AJAX.

Exemplo 2 – Meebo: Um messenger multiprotocolo, escrito inteiro em AJAX. Leve, prático e muito bacana.

Fontes:
[1]Wikipedia

Podcasts – Semana Web 2.0

(Trasgo)

Continuando o especial:

1 – Feeds
2 – Podcasts
3 – AJAX
4 – Videos
5 – Social Bookmarks

Podcasting é uma forma de publicação de programas de áudio, vídeo e/ou fotos pela Internet que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. A palavra “podcasting” é uma junção de iPod – um aparelho que toca arquivos digitais em MP3 – e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê).

Estes áudios podem ser atualizados automaticamente mediante uma espécie de assinatura. Os arquivos podem ser ouvidos diretamente no navegador ou baixados no computador.

Pensem em Podcasts como uma versão em audio do seu programa de radio/tv favoritos. Em audio, para vc ouvir no seu mp3player enquanto vai para o trabalho, para casa, para aula ou para a academia. Podcastings também podem ser ouvidos no computador (lógico :P)

Funcionamento
Os programas ou arquivos, gravados em qualquer formato digital (MP3, AAC e OGG são os mais utilizados nos podcasts de áudio), ficam armazenados num servidor na internet. Por meio do feed RSS, que funciona como um índice atualizável dos arquivos disponíveis, novos programas de áudio, vídeo ou fotos são automaticamente puxados para o leitor através de um agregador, um programa ou página da internet que verifica os diversos feeds adicionados, reconhece os novos arquivos e os puxa de maneira automática para a máquina. Os arquivos podem ainda ser transferidos para dispositivos portáteis.

História
O termo podcast é creditado a um artigo do jornal britânico The Guardian em 12 de fevereiro de 2004, mas nesse primeiro momento o termo não se referia ao formato de transmissão com RSS, o que só aconteceu em Setembro daquele ano, quando Dannie Gregoire usou o termo para descrever o processo utilizado por Adam Curry.

O conceito do Podcast é creditado ao ex-VJ da MTV Adam Curry, que criou o primeiro agregador de podcasts usando applescript e disponibilizou o código na internet, para que outros programadores pudessem ajudar. Dave Winer incluiu o enclosure, um elemento na especificação RSS 2.0, o que possibilitou o conceito do podcast ser realmente utilizado. A utilização de feeds RSS para distribuir o conteúdo é a grande diferença do Podcasting em relação aos audioblogs, vlogs e flogs.

Um marco na massificação do conceito foi o lançamento da versão 4.9 do leitor de música digital iTunes, da Apple, que ampliou o suporte aos podcasts, incluindo uma secção na sua loja de música dedicada ao serviço e também uma actualização para o iPod que adiciona a categoria “Podcasts” ao menu “Music”.

O formato de transmissão é hoje utilizado por diversas empresas no mundo para divulgar notícias e programação, assim como algumas universidades que começam a disponibilizar aulas neste formato.

Mecanismos
Podcasting é um mecanismo automático onde ficheiros multimedia são transferidos de um servidor para um cliente, que puxa a informação através de um arquivo XML que contém endereços de ficheiros. Genericamente, esses ficheiros contêm vídeo e áudio, mas também podem conter imagens, textos, PDF, ou outros tipos de ficheiros.

Um podcast é genericamente anólogo de uma série de TV ou de um programa de rádio, só que não é ao vivo, como nos programas de TV e Rádio gravados.

O fornecedor de conteúdos começa por produzir um arquivo (por exemplo, um áudio em MP3) e disponibiliza-o na Internet. Isto ocorre através da disponibilização do arquivo num servidor de acesso público; no entanto, trackers BitTorrent também são usados, embora não seja tecnicamente necessário que o arquivo seja público. O único requerimento é que o arqvuivo seja acessível através de uma URL que seja conhecida. Este arquivo é normalmente referenciado como um episódio de um podcast.

O fornecedor de conteúdo passa a referenciar esse arquivo em um feed RSS. O feed é uma lista de URLs onde os episódios do podcast.Essa lista é normalmente publicada no formato RSS (embora também possa ser usado o formato Atom), que contém informação adicional como datas de publicação, títulos e textos explicativos sobre a série e cada um dos episódios. O Feed pode conter entradas para todos os episódios da série, mas normalmente está limitado a uma breve lista dos episódios mais recentes, por exemplo, em feed de notícias. O Standard de um podcast consiste num feed de um autor. Mais recentemente vários autores passaram a contribuir com episódios para um único feed podcast usando os conceitos de podcast público e podcast social.

Um consumidor utiliza um software conhecido por agregador, por vezes chamado de podcatcher ou podcast receiver, para subscrever e gerir os feeds.

Resumindo
Podcasts são quase como programas de rádio feitos por (na grande maioria) amadores, falando sobre os mais variados assuntos e possuindo as mais (duvidosas) qualidades. É uma tecnologia não tão nova, mas é relativamente pouco conhecida pela falta de programas profissionais.

De qualquer forma, há alguns Podcasts legais que eu irei recomendar:

Nerdcast: O nerdcast é o exemplo padrão de podcast. Um grupo de amigos do site Jovem Nerd define um tema e o discute em um Podcast de praticamente uma hora de duração. Rola de tudo: Piadas, baboseiras, emails, mais baboseiras, risadas dos participantes, etc. Não confie na acuidade das informações, apenas divirta-se. Recomendo ouvir os de RPG. Lembra muito um certo grupo de RPG por aí…

Dudecast: O Dudecast é um exemplo de Podcast menos zoneado que o Nerdcast, mas ainda assim peca em pontos como falta de pauta e improviso. Ainda assim, sustenta muito bem o programa e os caras manjam muito do assunto. Se vc gosta de Lost, é o podcast para você.Dude! We Are Lost!

Games PodBrasil: Dois caras falando sobre games, as novidades, os clássicos, etc. Programa legal, bem feito e organizado.

O site da Info traz diversos podcasts sobre TI, alguns curtos, como o Minuto Tech e outros mais Longos, como o Voz sobre IT. Qualidade de informações, e organização são o forte aqui. Mas nada de palhaçadas 😛

O site PodBrasil indexa vários Podcasts Nacionais. Vale a visita.

Howto
E por último: Como fazer um Podcast?

Normalmente quando é feito por várias pessoas, o Podcast é gravado a partir de uma conferência no Skype, com todos os membros. Mas, podcasts podem ser gravados de qualquer forma, até mesmo com aqueles Mp3players que gravam voz.

Apenas reúna um assunto, um grupo de amigos, um site para disponibilizar e divirta-se 🙂

E o blog da Máfia? É chegada a hora de ter um Podcast? Respondam nos Comentários…

Fontes:
[1]Wikipedia

RSS – Semana Web 2.0

Não tem como começar a falar de Web 2.0, sem falar nos 5 pilares principais, que a tornam tão diferente da Web antiga. São eles:

1 – Feeds
2 – Podcasts
3 – AJAX
4 – Videos
5 – Social Bookmarks

Essa semana eu estarei montando 5 posts comentando sobre cada uma destas tecnologias.

Começaremos com a mais antiga e razoavelmente conhecida: RSS

Imagine que você gosta de várias revistas e livros e geralmente para adquirir estas publicações, você precisa ir a várias bancas especializadas para poder adquirir o que você quer. Agora imagine o comodismo que seria, se todas essas bancas tivessem um serviço de avisar quando cada revista que te interessa chega e ainda, levá-las até a sua casa sem você ter que ligar pedindo? Essa é grande a vantagem na utilização dos feeds.

A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscrever em sites que fornecem “feeds” (fontes) RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um.

Feed em inglês (no sentido que nos interessa) significa “alimentador”. Os sites que disponibilizam algum tipo de Feed, comumente chamado pelo nome do formato ou por um apelido de XML, RSS, Syndication, Feeds ou Atom, permite você adicionar (alimentar) o link de um ou mais feeds de um ou vários sites em um mesmo “agregador de feeds”, que é um programa que administra todos os sites agregados.

Os feeds RSS oferecem conteúdo Web ou resumos de conteúdo juntamente com os links para as versões completas deste conteúdo e outros metadados. De uma maneira geral, permite o recebimento rápido de notícias ou informações, sincronizadas com os respectivos fornecedores de conteúdo, de maneira rápida, uma vez que o formato dos dados se restringe a texto simples.

O agregador de feeds
Exitem basicamente dois tipos de programa, aqueles que você instala no seu computador (o que eu não recomendo) e aqueles que rodam e funcionam exclusivamente na internet. Eles funcionam mais ou menos como um leitor de e-mail, como o Yahoo ou Gmail, você cria sua conta gratuitamente no Bloglines por exemplo, acessa a página deles, entra com seu login e senha e começa a ler e administrar seus feeds assim como você faz com seus e-mail. Bem simples.

Minha recomendação, é que você utilize um agregador de feeds online, como o Bloglines, e não aqueles que você instala na sua máquina. Com o Bloglines você pode acessar seus feeds de qualquer computador que tenha uma conexão com internet, mas se instalar um destes leitores na sua máquina, você só tera acesso a eles no seu computador.

Para quem usa o Firefox ou tem uma conta no Gmail também é muito simples adicionar um feed.

Quando você adiciona um link de feed no seu agregador, toda vez que houver algum tipo de atualização no site, você será informado pelo mesmo. Essa notificação de atualização pode ser de uma notícia de um site de jornalismo, de um post dos seus blogs preferidos, artigos, galerias etc, enfim, de qualquer site que possuiu um feed e que você tenha assinado. Feed é o nome do “processo” de agregar ou alimentar um programa leitor de feeds. Outro nome para este processo de distribuição de feeds muito utilizado é syndication. Syndicate em inglês é o nome que se dá a uma agência que distribui material para publicação em várias revistas e jornais. Por isso, se você ver em algum site um botão escrito “syndication”, é o mesmo serviço que RSS, XML, Atom e Feed. Na verdade RSS e ATOM são nomes de formatos de feeds, onde ambos são baseados em XML, que é a linguagem utilizada na criação de qualquer outro formato de feeds.

Feeds versus Newsletters
Os feeds aos poucos tem substituindo a função que as Newsletters tinham ao ter que informar por e-mail quais eram as últimas novidades de um site. O problema das newslleters era que se o administrador de um site não montar manualmente uma a cada nova novidade em um site, os leitores nunca seriam avisados dessas novidades. Com os leitores de feeds não, nem o administrador do site e nem o leitor precisa se preocupar, sempre que o site for atualizado, automaticamente o feed também será.

Há vários formatos de feeds diferentes hoje e os mais comuns são o RSS 1.0, RSS 2.0 e ATOM. RSS é o acrônimo de Really Simple Syndication (Publicação – ou entrega – Realmente Simples). O formato Atom está caminhando para se tornar o padrão da internet. Mesmo com um nome diferente, tem as mesmas funções do RSS.

Ícones
A principio e até hoje em alguns sites o ícone adotado para o formato RSS é juntamente do indicativo de XML . Mas o ícone mais famoso que representa o RSS foi adotado numa parceria entre a Mozilla Foundation (criadora do Firefox, que já usava o ícone) com a Microsoft para a mais recente versão de seu navegador, o Internet Explorer 7. Posteriormente o Flock, navegador baseado no Firefox ainda em desenvolvimento, também adotou o ícone. Ajudando a promover o RSS para os usuários o site Feed Icons distribui gratuitamente o ícone em diversos formatos pra inserção de websites.

Exemplos Práticos
Agora que já conhecemos a versatilidade dos RSS, vamos mostrar na prática.

Exemplo 1SAGE (leitor RSS para o Firefox)

Exemplo 2
iGoogle

Exemplo 3
– Barra dos Favoritos do Firefox

Exemplo 4 – Feeds no Mozilla Thunderbird (leitor email)

Todos fazem a mesma coisa. Vai do gosto do Freguês. O que eu mais uso é o iGoogle para Sites em Geral e a Barra do Fox para os Principais.

Fontes:
[1]Doces Deletérios
[2]Wikipedia

Google Brasil

(Trasgo)

[youtube 0YRprjIEpsU]

Um ainda vou trabalhar com eles 🙂

Leitores de Scans

(Trasgo)

Como o pretinho tem feito um bom trabalho nos scans eu resolvi fazer um post sobre os softwares para lê-los. Os scans basicamente são distribuídos de 3 formas:

  • Pacote .rar
  • Pacote .cbz
  • Pacote .cbr

Estes pacotes .cbr e .cbz nada mais são que arquivos .rar com extensão trocada. Eventualmente, pode-se encontrar scans em outros formatos, .cbr .cbz .cbt .rar .zip .tar .7z .lzh .arj .cab .tar.gz .tar.bz2, etc. O que nos deixa no meio da confusão, sobre como ler os benditos arquivos.

Antigamente, eu tinha o costume de descompactar aquele .rar e utilizar o meu velho e bom IrfanView para ler os Scans. Ocasionalmente eu os redimensionava para a largura total da minha resolução, para facilitar a leitura. Mas isso demorava um pouco e estava me incomodando. Foi pesquisando que eu encontrei o programa chamado CDisplay.

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Ele suporta JPEG, PNG, GIF, ordena as imagens automaticamente, consegue enxergar as imagens dentro do .zip ou .rar, não precisando descompactá-los e ainda redimensiona as imagens automaticamente. Além disso, ele abre os formatos .cbr e .cbz nativamente.

Porém nem tudo são “folores”. O desenvolvedor abandonou o CDisplay há anos, e ele possui falta de atributos novos, como filtros, ou atalhos menos “estranhos”.

Com o tempo, uma turma se juntou e refizeram o CDisplay. Assim, nasceu o CDisplayEX, uma versão Open Source do CDisplay, com visual semelhante mas lotada de recursos inovadores, como filtros para melhorar a imagem e suporte a mais tipos de arquivo, além de todos os mesmos recursos do CDisplay.

Agora vc me pergunta: E eu, que estou Mudando para o Linux, como fico? Tenho que tentar rodar esse CDisplay via wine?

Que nada. Em linux, você pode usar o Comix. Ele possui várias características interessantes e não fica devendo em nada para as soluções das “janelas”. Pelo contrário, possui opções muito interessantes, e legais. Inclusive, a opção de inverter a paginação, utilizada nos mangás, eu nunca tinha visto em nenhum outro software.



Boa Leitura 🙂

Google Talk no Firefox

(Trasgo)

Pois então vc tem notado que o tal do Google Talk anda ficando conhecido. Esse google é fogo! Primeiro foi o Orkut, depois todo mundo ganhou um gmail… agora, todo mundo que tem aquele Gmail, tem o tal do Google Talk.

E vc percebeu que alguns do membros da máfia (eu, principalmente) largaram o MSN de vez. Mas vc está tão contente com o MSN, ele é pesado, cheio de bugs e de funções inúteis, emoticons, sonzinhos e animações decepcionantes, mas ainda assim vc acha ele uma belezura. E não tem a menor intenção de instalar outro cliente de mensagens por aí, e não gostaria tbem de trocar por um outro cliente que suportasse os protocolos do MSN e do Gtalk juntos. O Internet Explorer vc até trocou pelo tal Firefox, mas o MSN vc não vai largar. Quer seja por amor, quer seja por birra.

Bem, tem gosto para tudo, né?

Enfim… De qualquer forma, vc ainda assim pode usar o Google Talk, sem instalar programa extra nenhum, apenas uma extensão do Firefox. Baixe, instale, reinicie o Firefox, adicione o ícone na sua barra de ferramentas e voilá!

O Google Talk vai estar rodando aí, dentro do Firefox.  Agora, aproveite e me adicione lá: megatornado@gmail.com

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Ubuntu

(Trasgo)


Ubuntu é um sistema operacional completo, baseado em Linux, distribuído livremente para uso em desktops, uso corporativo e servidores. Ele é desenvolvido por uma imensa comunidade, da qual você também pode fazer parte!

“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria auto-confiança que vem do conhecimento que ele ou ela tem o seu próprio lugar no grande todo.” — Arcebispo Desmond Tutu em Sem Futuro Sem Perdão (No Future Without Forgiveness).

Quer saber o que torna o Ubuntu especial? Aprenda mais sobre o Ubuntu.

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