Arquivos Mensais: agosto 2004

Canções para se cantar no Dia do Soldado

by Trasgo

[narrador (substitua pelo seu favorito – pode ser Maj. Oliveira Jr, Ten Margarida, Maj. Oil Man ou Julio Beavis mesmo)] – Para comemorar o Dia do Soldado, o comando convida a todos os presentes a cantarem em conjunto com o Corpo de Alunos. O Sgt. Alexandre, Mestre da Banda do Colégio Militar de Curitiba, conduzirá a execução das Canções.

[sobe Sgt. Alexandre no tabladinho dele]

[Corneteiro] Pan, Pan, Panpã. Pã.

Canção 1: Canção do Exército

Letra: Ten Cel Alberto Augusto Martins

Música: T. de Magalhães

Nós somos da Pátria a guarda,

Fiéis soldados,

Por ela amados.

Nas cores de nossa farda

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

Em nosso valor se encerra

Toda a esperança

Que um povo alcança.

Quando altiva for a Terra

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor.

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor.

Como é sublime

Saber amar,

Com a alma adorar

A terra onde se nasce!

Amor febril

Pelo Brasil

No coração

Nosso que passe.

E quando a nação querida,

Frente ao inimigo,

Correr perigo,

Se dermos por ela a vida

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

Assim ao Brasil faremos

Oferta igual

De amor filial.

E a ti, Pátria, salvaremos!

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor.

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor.

Pã Pã rã pã pã.

Canção 2: Canção do Expedicionário

Letra: Guilherme de Almeida

Música: Spartaco Rossi

Você sabe de onde eu venho ?

Venho do morro, do Engenho,

Das selvas, dos cafezais,

Da boa terra do coco,

Da choupana onde um é pouco,

Dois é bom, três é demais,

Venho das praias sedosas,

Das montanhas alterosas,

Dos pampas, do seringal,

Das margens crespas dos rios,

Dos verdes mares bravios

Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá;

Sem que leve por divisa

Esse “V” que simboliza

A vitória que virá:

Nossa vitória final,

Que é a mira do meu fuzil,

A ração do meu bornal,

A água do meu cantil,

As asas do meu ideal,

A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,

Da casa branca da serra

E do luar do meu sertão;

Venho da minha Maria

Cujo nome principia

Na palma da minha mão,

Braços mornos de Moema,

Lábios de mel de Iracema

Estendidos para mim.

Ó minha terra querida

Da Senhora Aparecida

E do Senhor do Bonfim!

Por mais terras que eu percorra,

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá;

Sem que leve por divisa

Esse “V” que simboliza

A vitória que virá:

Nossa vitória final,

Que é a mira do meu fuzil,

A ração do meu bornal,

A água do meu cantil,

As asas do meu ideal,

A glória do meu Brasil.

Você sabe de onde eu venho ?

E de uma Pátria que eu tenho

No bôjo do meu violão;

Que de viver em meu peito

Foi até tomando jeito

De um enorme coração.

Deixei lá atrás meu terreno,

Meu limão, meu limoeiro,

Meu pé de jacaranda,

Minha casa pequenina

Lá no alto da colina,

Onde canta o sabiá.

Por mais terras que eu percorra,

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá;

Sem que leve por divisa

Esse “V” que simboliza

A vitória que virá:

Nossa vitória final,

Que é a mira do meu fuzil,

A ração do meu bornal,

A água do meu cantil,

As asas do meu ideal,

A glória do meu Brasil.

Venho do além desse monte

Que ainda azula o horizonte,

Onde o nosso amor nasceu;

Do rancho que tinha ao lado

Um coqueiro que, coitado,

De saudade já morreu.

Venho do verde mais belo,

Do mais dourado amarelo,

Do azul mais cheio de luz,

Cheio de estrelas prateadas

Que se ajoelham deslumbradas,

Fazendo o sinal da Cruz !

Por mais terras que eu percorra,

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá;

Sem que leve por divisa

Esse “V” que simboliza

A vitória que virá:

Nossa vitória final,

Que é a mira do meu fuzil,

A ração do meu bornal,

A água do meu cantil,

As asas do meu ideal,

A glória do meu Brasil.

Canção 3: Canção da Infantaria

Letra: Hildo Rangel

Música: Thiers Cardoso

Nós somos estes infantes

Cujos peitos amantes

Nunca temem lutar;

Vivemos,

Morremos,

Para o Brasil nos consagrar!

Nós, peitos nunca vencidos,

De valor, desmedidos,

No fragor da disputa,

Mostremos,

Que em nossa Pátria temos,

Valor imenso,

No intenso,

Da luta.

És a nobre Infantaria,

Das armas a rainha,

Por ti daria

A vida minha,

E a glória prometida,

Nos campos de batalha,

Está contigo,

Ante o inimigo,

Pelo fogo da metralha!

És a eterna majestade,

Nas linhas combatentes,

És a entidade,

Dos mais valentes.

Quando o toque da vitória

Marca nossa alegria,

Eu cantarei,

Eu gritarei:

És a nobre Infantaria!

Brasil, te darei com amor,

Toda a seiva e vigor,

Que em meu peito se encerra,

Fuzil!

Servil!

Meu nobre amigo para guerra!

Ó! meu amado pendão,

Sagrado pavilhão,

Que a glória conduz,

Com luz,

Sublime

Amor se exprime,

Se do alto me falas,

Todo roto por balas!

Canção 4: Canção do Colégio Militar de Curitiba

Na garança orgulhosa da farda,

tem a pátria seu jovem sinal.

De que o tempo preciso não tarda

de lutar pela terra natal.

Nosso azul e estrelado Estandarte

brilha a face do sol da nação.

Com a nossa promessa de amar-te

pátria amada com toda emoção.

Sob o olhar de Curitiba,

vamos todos desfilar

Nesse nosso ritmo vibra

o Colégio Militar!

Nosso código é que ensina,

a cumprirmos o dever

Com amor, e disciplina

nós havemos de vencer!

Fiu FioFu Fu FuFu fu FuFu Fi

Fu FuFu Fu FuFu Fu Fu Fu Fiuuuuu

Fiu FioFu Fu FuFu fu FuFu Fi

FuFu Fi FuFu Fi FuFu Fiiiiiiiiii Fiuuuu

Fiu FioFu Fu FuFu fu FuFu Fi

Fu FuFu Fu FuFu Fu Fu Fu Fiuuuuu

Fiu FioFu Fu FuFu fu FuFu Fi

FuFu Fi FuFu Fi FuFu Fiiiiiiiiii Fiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Sob o olhar de Curitiba,

vamos todos desfilar

Nesse nosso ritmo vibra

o Colégio Militar!

Nosso código é que ensina,

a cumprirmos o dever

Com amor, e disciplina

nós havemos de vencer!

Kill Bill Vol.2

Ontem terminou o download da Versão DVD Rip e o Cine Trasgo fez uma exibição especial na noite fria de quinta feira. Fiz um uma reapresentação de meia-hora do Kill Bill Vol.1 e depois parti pro Vol.2

Sem usar nenhum Spoiler (que sei q tem gente que ainda não viu) O Filme destrói. Sim, um clássico. A 2ª Parte está muito mais dramática que a primeira, passando de filme de ação animal e fúria selvagem (ver Bride x The 88’s) a filme melodramático que conta pq de toda a fúria selvagem.

Tiros, espadadas, facadas, socos, porradas, lágrimas e talz… tudo dosado de maneira perfeita, e na medida para agradar gregos e troianos.

O Filme não deve nada para o primeiro e o tio Tarantino merece uma tirada de chapéu… O que mais me impressiona, é como a Polaquinha ficou bonita no filme. Logo ela que eu sempre achei uma moçoila feinha e que a galera ovacionava a toa… Ponto pro QT…

Mas, fora isso tudo, fora o Bill ser um tiozão estilo (menos do que eu gostaria) e fora os outros personagens estilosos (California Snake – a Moça do Tapa-olho)

Quem rouba a cena do Filme é o Chineizão Pai-Mei. Ele é o Mestre da Loirinha e, é o ápice do filme. As cenas dele Xingando ela em Cantonês/Mandarim/Inglês/Japonês são o ponto alto do Filme. Os katis dos dois são muito show. Fica de dica de cena pra ver a hora em que Pai Mei sobe na espada dela. Só vendo pra crer…Tem inclusive uma outra cena em que ele fica batendo na cabeça dela com uma varinha de condão, tipo o Sgt. Lima Foxtrote fazia…

O resto do filme segue muito bem até um final meio que previsível, mas ainda assim bacana. Fica como crítica a maneira que ela tratou o Bill, no final do filme. Mas ainda assim, foi rox!

Se eu for dar uma opinião sobre que o “O” personagem dos dois filmes, eu dou os votos pra Pai Mei e pro Hatori Hanzo

Acho que eu tenho tendência a achar animal esses tipos de personagens… (bem que um amigo meu podia ficar assim)

De mais a mais, vale a pena ver os dois filmes… serão quatro horas da sua vida MUITO bem gastas…

by MT

Mafia

Parem, Respirem e Reflitam sobre isso…

Não tenho caminhos, faço da BENEVOLÊNCIA meus caminhos.

Não tenho olhos, faço do RESPEITO meus olhos.

Não tenho ouvidos, faço da COMPREENSÃO meus ouvidos.

Não tenho membros, faço da HONRA meus membros.

Não tenho estratégia, faço da LEALDADE minha estratégia.

Não tenho leis, faço da HONESTIDADE minhas leis.

Não tenho posses, faço da RETIDÃO minhas posses.

Não tenho armadura, faço do VALOR minha armadura.

Não tenho espada, faço dos meus IDEAIS minha espada.

Festa Sábado

Festa Sábado

by MT

Vamos ?

Eu vou… e vou de Jason… acho q vai ficar bacana…

E como sugestão, eu acho q tem um certo amigo nosso que podia ir de Oil Man (se quiser eu até empresto a biciquiléta)… bem melhor do que ir de Tapetinho de Banheiro…

A Mafia ao redor dos tempos

A Mafia ao redor dos tempos

Salve! Fazendo uma pesquisa de escola (q depois eu posso postar aqui, nos mínimos detalhes), descobri que a MAFIA® não é a primeira e nem a última Mafia…

Calma, eu explico.

A criação oficial da Mafia remonta aos tempos da Esparta (antes disso, tivemos várias versões não-oficiais) e, vem sendo passada de geração em geração.

Encurtando a história (já que o expediente tá acabando e daqui a pouco eu vou pra aula), eu encontrei provas concretas sobre as minhas teorias.

Neste Site vc terá acesso a filmes, imagens e videoclipes , sim, eu disse VIDEOCLIPES, estrelando a mafia versão beta.

É claro q eles não são como a gente, mas que a geração anterior tem talento, isso tem…

E a gente precisa arranjar URGENTE uma filmadora…

by MT