Arquivos Mensais: março 2006

Atari E.T. – O caso dos 5 milhões de Cartuchos

(Troféu que Tchuko =|>( ^_^ )<|= da semana)

(MT)

Se um jogo pudesse mostrar tudo o que foi a derrocada da Era Atari, esse game seria o E.T.

O presidente da Warner Communications fez um acordo com Steven Spielberg para produzir um game do Filme do E.T.

Basear um jogo em um filme sempre foi um movimento arriscado. Sempre foi melhor produzir sequencias ou converter games dos arcades do que tentar a sorte com um filme. A Atari correu contra o tempo, para produzir em semanas um game, a tempo de tê-lo nas prateleiras para o Natal.

E isso resultou num game Injogável. Uma pérola Negra, um dos PIORES games já feitos. Uma história horrível, gráficos sofríveis (mesmo para a Era Atari) e uma jogabilidade que era um desastre. O game era basicamente de desviar o ET de cair em buracos.

A Atari produziu 5 milhões de cartuchos, e de acordo com o CEO da empresa, “praticamente todos foram devolvidos” (devido às vendas terríveis). Então a Atari se viu com 5 milhões de cartuchos inúteis e com toneladas de material de propaganda para jogar fora.

E isso nos leva à lenda do mundo dos games de que a Atari enterrou todo esse trambolho em um Deserto, no Novo México.

Neste caso, a lenda é verdade. A empresa destruiu mesmo os cartuchos (e nao foi o unico game jogado lá). As empresas de games costumam se livrar de material antigo vendendo a preços baixíssimos, mas a Atari se viu com milhões de games e consoles que não valiam praticamente nada e que ninguém queria mais.

Restou a empresa a solução de cavar um grande buraco em Alamogordo – Novo Mexico, em setembro de 1983, jogar todo o lixo lá e concretar por cima.

Sobre este assunto todo, o diretor Keitch Scholfield montou um Clipe, mostrando uma suposta caça ao Tesouro da Atari. São cenas fakes sim, porque apesar da história da Atari ter enterrado os cartuchos, eles cimentaram em cima, pra prevenir o roubo das fitas. A menos que eles levassem uma britadeira, nunca chegariam nos cartuchos.

O vídeo não é verdadeiro, mas conta coisas verdadeiras, como o fato do jogo ter sido feito às pressas para ser lançado no Natal, da Atari ter feito um acordo de 20 milhões de dólares com Steven Spielberg para poder produzir o jogo, da Atari ter produzido 5 milhões de cartuchos e que a maioria foi devolvida; e que lotes inteiros tiveram que ser enterrados. Mostra também algumas peculiaridades da época de games de cartuchos, como ter que assoprá-los 🙂

Link para o Video

Fontes (editadas, traduzida e ampliadas) : Snopes ; Forum AWP

Profissão: Programador / Designer de Games

(Trasgo)

O IDGNow! fez uma série de matérias especiais sobre a profissão de Programador / Designer de Games.

Os interessados podem lê-las aqui

Desenvolvedor de games: artista dos bytes

Ele tem habilidades de diretor de cinema, mas também precisa de conhecimentos de tecnologia. Saiba mais sobre esta profissão.

Não é de hoje que o homem se interessa por histórias. A curiosidade humana em fugir para um universo diferente, seja ele verossímil ou fantástico, nos prendeu primeiramente aos relatos orais, depois aos livros e por último ao cinema.

Mas foi com os games que se tornou possível penetrar nesse mundo paralelo e interagir com os personagens da nossa imaginação. Conheça o profissional que irá propor desafios à mente humana nos próximos anos: o desenvolvedor de games.

Foi se o tempo em que bastava um único programador para fazer um jogo. Hoje em dia, o desenvolvedor de games é uma pessoa que domina conhecimentos técnicos e ao mesmo tempo trabalha com criação.

Com plataformas mais potentes, os profissionais que desenvolvem games agora precisam se preocupar com questões como a trilha sonora, a qualidade da imagem, o roteiro e as possíveis reações do jogador frente a um problema.

Isso mesmo, os criadores de games se tornaram uma espécie de diretor de cinema. Prova disso é a recente condecoração do Ministério da Cultura da França de três desenvolvedores como membros da Ordem de Arte e Letras Francesa.

E para dar a luz a um produto tão detalhado só mesmo trabalhando em equipe. Com a explosão do mercado de games, as categorias profissionais e especialidades se multiplicaram dando a profissionais dos mais variados perfis uma função específica na esteira de produção dos jogos.

De forma geral, podemos dividir em três os papéis desempenhados nesse processo: o do game designer, o do artista e o do programador.

O game designer pode ser comparado ao diretor do cinema. Ele pensa todo o conceito do jogo. É ele quem determina o nível de dificuldade, como será o visual do game, quais serão os trajetos a serem percorridos pelo jogador, que inimigos o mesmo enfrentará etc.

Para isso, esse profissional deve ter habilidade com a escrita e conhecer muito de jogos, não apenas os eletrônicos, como também os de tabuleiro, os RPGs, entre outros. Além de criar o projeto, ele deve acompanhar todo o dia-a-dia de desenvolvimento para fazer reajustes caso necessário.

Os artistas são os responsáveis pelos os esboços em 2D da concepção artística e pelos cenários e personagens em 3D do jogo. Mas não basta ter um bom traço. É fundamental que se conheça conceitos técnicos que melhorem o desempenho do jogo, usando criatividade e o bom senso de forma balanceada. Só assim chega se a um jogo com visual agradável e que não carregue muito o sistema.

Já o programador deve ter bom conhecimento em linguagens de programação, seguir as boas práticas da codificação, ser bom na correção dos bugs e saber testar. Conforme explica Ivan Patriota, gerente de operações da desenvolvedora Meantime, a diferença entre o programador de jogos e um programador de sistemas convencional reside nas aventuras. “As dos programadores de jogos são mais divertidas”.

Godsmack

(Trasgo)


Esta bandinha Americana é a minha recomendação da Semana. Eles tem um sonzão pesado, mas na medida certa. Não é tão pesado quanto Iron e nem tão suave quanto Dire Straits.

Com músicas bem arranjadas, nota-se todos os instrumentos em todas as músicas e o vocal tem uma voz com um timbre legal.

Atualmente eles estão com 4 Álbuns:

The Other Side: Release Date : 3/16/2004o
Faceless: Release Date : 4/8/2003
Awake: Release Date : 10/31/2000
Godsmack: Release Date : 8/25/1998

Se vc estiver se perguntando daonde eu cavei essa turma, a resposta é simples. Viu o Scorpion King, na TV segunda de noite? Sabe o tema do Filme, aquela musica do The Rock? Então. Aquela é a música chamada “I Stand Alone”. Ela também é o tema do Dahaka, o Boss do Prince Of Persia – Warrior Within.

Agora, se vc tem medo de rockão, mesmo assim eu recomendo. Pegue o album novo – The other side – que são versões “light” de algumas das musicas da Banda.

Microsoft cria vídeo com paródia sobre embalagem do iPod

(Troféu que Tchuko =|>( ^_^ )<|= da semana)

(MT)

A Microsoft criou vídeo no qual faz paródia sobre a embalagem do iPod, da Apple Computer, destinado a entreter e treinar equipes internas.

“Era um video interno encomendado por nossa [equipe de] embalamento que, de maneira bem humorada, destacava nossos desafios na área e educava os marketeiros daqui sobre as armadilhas do embalamento e da colocação de nossa marca”, disse o porta-voz da Microsoft, Tom Pilla, conforme relatado por Brad Cook no The iPod Observer.

Pilla disse que o vídeo não chegou a ser lançado, mas achava natural compartilhar coisas engraçadas com os amigos. “Se por um lado a Microsoft não tornou o vídeo público, nós o compartilhamos com as equipes internas apropriadas. Estamos felizes em ver outros rindo também”, disse Pilla. (MacPress)

Só completando… O design dos produtos Apple é, em 90% dos casos, feito ou acompanhado pelo designer Jonathan Ive que segue uma linha mais “clean” (ME poderia nos dar uma aula mais técnica 😉 ), ao contrário da linha seguida pelos designers do timinho do Bill. Este video, feito pela equipe do Bill, pega a embalagem de um IPOD (que é um tocador de MP3 portátil da Apple) e a decora como se fosse feito pela Microsoft.

Link para o Video

Filmes raros e antigos de graça na internet. E legais.

(MT – Copiando Posts na cara dura do Web-Insider)

Filmes que caíram em domínio público podem ser baixados legalmente em sites como Veoh, Eol e Public Domain Torrents. Há muitas raridades e várias obras dos anos 60 e 70.

Os amantes do cinema clássico acabam de ganhar fortes aliados na internet. A partir de um movimento de resgate cinematográfico que usa a web para divulgar filmes raros, qualquer pessoa pode se tornar um colecionador profissional, sem precisar pagar pequenas fortunas.

São filmes que caíram em domínio público ou tiveram o direito autoral expirado, hoje disponíveis gratuitamente na web para download ou visualização em tempo real – de forma completamente legalizada.

Imagine as primeiras séries de “Flash Gordon”, as primeiras encenações de “O Fantasma da Ópera”, clássicos de Cary Grant e iguarias do cinema europeu e asiático, tudo à distância de um clique.

Sabe aquele filme que você assistiu há 30 anos e, na época, já era considerado “antigo” e depois, nunca mais achou em locadora ou em qualquer outro lugar? Pois saiba que raridades assim podem estar, neste exato momento, em processo de digitalização e indo para a internet, em um processo legal e sem a alcunha de pirataria. Empresas americanas e entusiastas da sétima arte estão vasculhando arquivos públicos, em busca de filmes cujo status seja de “domínio público”, para transformar da película para formato digital.

É um processo similar ao que ocorre com livros, músicas e outras obras autorais. A depender da lei de cada país, após um determinado período de tempo (décadas), o copyright do filme expira e ele pode ser exibido em público sem o pagamento de direitos autorais.

Três empreendimentos se destacam: o Veoh, um dos serviços mais profissionais e organizados; o Emol, que é meio bagunçado, porém mais fácil para encontrar relíquias do cinema e raridades exóticas; e o Public Domain Torrents, por onde os usuários podem usar o software/protocolo Bittorrent para fazer o download legalizado de filmes para assistir no DVD, no iPod e até mesmo no Playstation Portátil.

Apesar de o enfoque dos sites ser de filmes antigos, há várias obras dos anos 60 e 70 também disponíveis sem copyright, com atores consagrados da “Sessão da Tarde”. Sonny Chiba, Richard Chamberlain, Lee Van Cleef e Chuck Norris, por exemplo, também figuram entre os principais destaques do Public Domain Torrents, em filmes de ação que se perderam no tempo.

Ao entrar no mundo dos filmes raros, você também conhecerá um pouco da história do cinema se tiver curiosidade de pesquisar. Vários são ganhadores de Oscars ou, no mínimo, receberam premiações internacionais ou se consagraram com o público da época.

É possível encontrar o primeiro registro de “O Fantasma da Ópera” (1925), “A Marca do Zorro” (1920) e relativamente recentes como “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968). Tudo gratuito, com a opção de fazer download para o computador e, depois, gravar para assistir no DVD da sala.

Foi movida por um simples trabalho de faculdade que a designer de jogos Drussila Hollanda tornou-se colecionadora de filmes clássicos de terror e, principalmente, da época do expressionismo alemão. “A dificuldade sempre foi encontrar os DVDs, ou até mesmo em VHS, mas pude conferir que muitos filmes que procurava são de domínio público e estão nesses sites para download”, comemora. Drussila ainda gosta de garimpar os sites do Mercado Livre, do eBay (leilão virtual) e as livrarias em busca das raridades.

Outro colecionador amador é Fernando Vasconcelos, bastante conhecido pelos cinéfilos pernambucanos por ser o autor do Kinemail, boletim e site especializado em crítica dos filmes em cartaz na cidade. “No meu caso, só coleciono os medalhões, como filmes de Sergio Leone, Billy Wilder e outros famosos, então é mais fácil encontrar nas lojas. Obras menos conhecidas, de fato, não dá para achar por aqui”, lamenta. E é justamente esse público de usuário que faz a festa nos sites do Public Domain Torrents e Emol, principalmente.

Nos três sites analisados pela Folha de Pernambuco Informática, os filmes estão à distância de um clique ou após um rápido cadastro, também gratuito, como é o caso do Veoh. No Emol, há três opções de qualidade: baixa, média e original. A baixa é para assistir apenas por curiosidade, com a qualidade de imagem ruim. A média, com um pouco mais de nitidez. E a original, é o arquivo bem grande (600 a 700 Mb) com o filme inteiro, que pode ser guardado no computador ou gravado para DVD ou CD.

Para colecionar ou assistir ao filme confortavelmente, com imagens melhor definidas, com resolução superior, o ideal é escolher a melhor qualidade. Lembre-se: a maioria dos filmes são regravações dos originais em 16mm (película), ou seja, independentemente do fator “qualidade” na opção do download, a imagem nunca será igual a um DVD comercial. É quase como um programa gravado da televisão ou um VHS antigo. Tudo é bastante variável, visto que há filmes mais conservados e outros, nem tanto.

O diretor do Veoh, Dmitry Shapiro, explica que o site começou como um aglomerado de filmes amadores. As pessoas fazem um curta-metragem e adicionam ao banco de dados da empresa, separado por categorias e votação popular. Shapiro notou uma demanda crescente por clássicos de Hollywood e, desde o mês passado, começou a oferecer obras com status de domínio público, sem problemas com a lei.

Somente na base do Veoh, são 90 filmes “cult” em domínio público. “Se não fosse a internet, as pessoas não teriam acesso a essas raridades. Achá-los é bastante difícil, colecionar, então, é quase impossível”, alegra-se Shapiro, acrescentando que a vida dos colecionadores agora vai ficar bem mais fácil.

Quem é especialista em dificuldade para conseguir obras raras é o colecionador Cláudio Brayner, dono da Classic Video, com um acervo pessoal que ultrapassa 11 mil filmes. “Comecei em 1985, pouco depois do surgimento do videocassete. Foram anos de noites e madrugadas acordado, gravando filmes da TV aberta e fechada para o vídeo”, relembra Brayner, considerado pela crítica especializada como um dos maiores colecionadores do País.

“Aqui no Brasil só existem mais quatro ou cinco pessoas com um acervo similar ao meu”, adianta. Na opinião do Brayner, com o advento do DVD ficou bem mais fácil colecionar filmes e a internet facilita mais ainda. Até a metade dos anos 90, ele aumentava a coleção trazendo filmes em viagens para o exterior ou em feiras internacionais de cinema.

Tanta dedicação não é fácil. “Meu acervo fica numa sala climatizada, onde ninguém tem acesso, somente eu. Não empresto, não alugo e não vendo”, antecipa Brayner, que também faz gravações por encomenda e disponibiliza uma lista no site da locadora.

Assim como ocorre na eterna discussão sobre CDs piratas, com os filmes não há tanta diferença sobre o gosto do consumidor, principalmente para quem gosta de guardar capas e material adicional. “Eu nunca baixo filmes da internet, só compro em lojas, porque sou daqueles que gostam de ter a capa, as caixinhas e tudo que tenho direito”, explica Fernando Vasconcelos, do Kinemail.

O colecionador Lula Cardoso Ayres Filho, responsável pelo acervo com mais de 3 mil filmes em película do Instituto Lula Cardoso Ayres, também não simpatiza com a idéia de fazer download dos filmes. “Mesmo o filme sendo de domínio púbico, eu prefiro comprar. Mesmo sabendo que não é pirataria, prefiro pagar pelo trabalho autoral, pelo conteúdo agregado”, diz. “Acho a iniciativa bem interessante. Ver no computador as obras clássicas é muito válido como conhecimento, mas não simpatizo
muito com a idéia de não pagar”, completa Ayres, que sequer pega filmes em locadora.

“Não alugo. Se gosto de filme, prefiro comprar para colecionar. E hoje em dia, com TVs por assinatura e canais especializados em filmes, não vejo necessidade de locadoras”, opina. Ayres recomenda o site Internet Movie Database (IMDB), o Silent Era (especializado em cinema mudo) e, para compras, a Amazon. “É incrível como encontramos raridades na Amazon, com qualidade excelente de imagem e a um preço bem barato. [Webinsider]

Doom, o Filme

(Trasgo)

ATENÇÃO: SPOILER!!!! (Spoiler=contém segredos do filme. Exemplo: posso acabar contando o final)

Um Filme com o The Rock é sempre legal. Além do The Rock, de celebridade eu consegui identificar aquele cara que fez o Éomer (acho que é esse o nome), no Senhor dos Anéis (Aquele que se encrenca com o Gimli, na primeira vez que eles chegam em Rohan).

Eu gosto de filmes com o The Rock. O cara é figurassa. O cara com um trabuco na mão é o Swarza dos anos 2000. E este filme, tinha tudo para ser “O” Filme. Como todos sabem, sou fascinado pelo game. Então fui assistí-lo com toda aquela empolgação de piázote.

Minha avaliação? Bem, É um BOM filme. Mas um péssimo filme do DOOM.

Vamos aos fatos:
– Não tem 1, umzinho que seja, demônio. Nada.
– Invasão do Inferno? Que nada. Tudo não passa de uma mutaçãozinha sem vergonha.
– Cyberdemon? Baron of Hell? Spider Mastermind? Humpf. Nada. Só uns impzinhos sem vergonha.

Entendam bem: Minhas críticas não são à forma com que os monstros aparecem. Isso ficou muito bom. Para falar a verdade, os efeitos especiais são destaque no filme. Mas *historicamente* não tem nada a ver. É a mesma coisa que no Senhor dos Anéis dizer que o Frodo é um anãozinho, o Legolas um Gnomo e que um Trasgo é um Pé Grande.

A história, apesar de simplória, é cheia de idas e vindas, e tirando o fato da escorregada da ausência do Inferno, se vira bem. Pelo menos é em marte, o que salva. Temos sistemas de teleporte, uma infecção mutacional, que transforma pessoas bonitinhas em mutantes horrendos e zumbis.

Na verdade, o clima soa mais Resident Evil e seu T-Virus/G-Virus do que invasão do inferno.

DOOM foi o primeiro game de tiro em primeira pessoa que decolou. Antes dele, tivemos o Wolf3D e um outro que não lembro o nome, mas foi com o DOOM que a coisa deslanchou. E, isso não podia faltar no filme.


E é uma das cenas mais legais que eu já vi no cinema. Só estes 5 minutos aqui valem o filme.

Quer uma dica? Se gosta de pipoca, compre um pacote grande, se gosta de refrigerante, compre um bem grande e vá ver o filme. De Preferência no escuro e com o contraste no máximo, para vc poder ver bem todas as instalações do filme.

Dou aí uns 8,0 de nota pq os efeitos especiais são legais.

Trailers e Entrevistas
Trailer Oficial

Só tem uma coisa que eu ainda não entendo. A produtora vai lá, cria uma historinha mais ou menos e lança o game. Ele vira um clássico e os fãs pedem um filme. Aí vem um roteirista tatu e muda a história achando que vai conseguir fazer um blockbuster e dizendo que a história original não tem o Apelo cinematográfico necessário.

Mas o histórico nos mostra que não deu certo. Quem vai ver o filme é fã, e fã quer ver igual ao game. De que adianta isso? Street Fighter foi um fracasso (ah tá… Ryu e Ken atirando pistolas?). Mario Bros foi um fracasso (ah tá… Browser hibrído de TRex com humano). Mortal Kombat foi um fracasso (esse até que não foi tãããão ruim. Mas o Anihilation é terrível). Wipeout tem só as naves iguais ao do game. Resident Evil tem uma Mulher Maravilha lá.

Brrrrr. Que droga. É como fazer um filme de Jesus, botar o Justin Timberlake como ator principal e mudar o final da história. Que morrer na cruz que nada. O mocinho bonitinho nunca morre no cinema.

Mario & Zelda Big Band Live CD

(MT)

Artistas: The Big Band of Rogues / Tokyo Cuban Boys Jr. / Shigeo Nukita / Yoshihiro Arita

Se você sempre achou as músicas de Mario e Zelda coisa para criança, pegue este album aqui e mude o seu conceito. As músicas foram arranjadas e são tocadas por uma orquestra, chamada The Big Band of Rogues.

Achei muito bom o tom Blues que foi inserido nas músicas, dando a elas um ar de 30’s.

Violinos, Violões Celo, Bateria, Saxofones, Clarinetes, Trompetes, Trombones, etc, etc, etc. Tudo que uma grande orquestra deve ter. E todos esses instrumentos para tocar versões melhoradas de grandes clássicos da série Mario e Zelda.

A empolgação e as palmas do público se adaptam tão bem as músicas que dá a impressão que o próprio maestro regia o público também.

Imperdível.

Download (música por música) -> http://gh.ffshrine.org/soundtracks/153

Esta semana, no Blog da Máfia


(MT)

Olá para todos. O blog da Máfia está cheio de novidades este mês. É bom tomarem nota para não se perder.

nas Segundas teremos Recomendações Musicais.
nas Terças será o dia de recomendações da Telinha ou Telona.
nas Quarta teremos matérias sobre Inclusão Digital.
nas Quintas estamos pensando sobre o que postar.
nas Sextas daremos o Troféu que Tchuko =|>( ^_^ )<|= da semana.

Claro que isso não exclui os momentos blogueiros de falar mal do chefe e de reclamar de ter tomado bomba nas provas, muito menos as recomendações tentam tomar o lugar do Resenhas Rápidas, que está com incrições abertas (quem quiser participar, crie uma conta no Blogger e me mande um email). Foi apenas um ímpeto jornalístico, já que os Bligs dos nossos jornalistas profissionais estão más abandonados que chineiro em semana santa.

Fiquem ligados que teremos novidades por aí.

Até.

A maleta

(MT)
Excerto das conversas do Google talk:

mestre.elfo: Mas é bom que você jogue o meu jogo agora. Eu estou com a maleta

E assim eu fui manipulado o dia todo. E lá estava eu, no Randevouz Point, na hora combinada. Apreensivo. Sozinho e sem gracinhas. Sabia que os federais poderia estar na área.

Estava olhando em volta quando ele apareceu do meu lado. Me pegou desprevenido de uma forma, que se quisesse me apagar, teria feito e eu não saberia nem daonde veio.

Mas ele cumpriu o acordo e eu peguei a maleta. Segui os procedimentos padrões (Não falar com ninguem, olhar em volta de dois em dois minutos e manter o detonador preparado caso os federais aparecessem) e deu tudo certo.

Eles não me pegaram desta vez.

E agora sou eu que estou com a Maleta. Não siga o que eu ditar e se arrependerá do dia em que sua mãe disse Oi para seu pai.

MPF pede quebra de sigilo do Orkut

(Trasgo)


O Ministério Público Federal em São Paulo entrou com uma ação junto à Justiça Federal, na quinta-feira (16/03), pedindo a quebra de sigilo do Orkut, serviço de comunidades virtuais do Google.

A quebra de sigilo envolve tanto criadores como usuários brasileiros de comunidades virtuais usadas para práticas criminosas. O mesmo acordo foi firmado com alguns provedores de acesso à internet em novembro do ano passado.

Na sexta-feira (10/04), o diretor geral do Google Brasil compareceu a uma audiência no MPF para esclarecer o envolvimento de mais de 5 mil brasileiros em comunidades no Orkut que praticam crimes como racismo, tráfico de drogas, ditribuição de materiais de pornografia infantil, distribuição de receitas médicas em branco, de medicamentos controlados sem receita médica entre outros.

As informações foram coletadas em um dossiê de 150 páginas elaborado entre a segunda quinzena de dezembro e janeiro deste ano pela SaferNet, organização sem fins lucrativos que combate crimes contra os direitos humanos na grande rede.

“É uma atitude enérgica, louvável e necessária”, afirmou Thiago Tavares, presidente da SaferNet, elogiando a ação do MPF em pedir a quebra do sigilo do Orkut. “O MPF tem agido com uma velocidade grande e certamente esta iniciativa será um divisor de águas para todo o País”, conclui.


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Que os brasileiros são a praga do Orkut, isso sabemos faz tempo. O Brasil tem mais de 65% dos usuários da ferramentas, e não é fácil encontrar comunidades em inglês lá.

Claro que isso tem fundamento, pois somos o país que mais tempo passa na internet, per-capita, mensalmente. Cada internauta Brasileiro, navega em média 17 horas por mês.

O que me desanima é, que dessa média de 17 horas, a maioria do povo que tem orkut gasta cerca de 35, 40 % lá. Some a isso o mesmo tanto gasto em Fotologs e MSN e sobra apenas 20%. Inclua o tempo gasto com emails e tempos um tempo útil de internet quase ínfimo. (são estimativas minhas, tenho por base pessoas de meu conhecimento).

O pior é que nem o Fim do Orkut traria a solução. Mesmo que o Google desligasse os servidores, a semente já está plantada. Temos várias outras redes, como o Uolkut e Gazzag. O fim do orkut, não significaria o fim dos sites de relacionamento, mas apenas a mudança dos usuários de serviço.

Eu não gosto do orkut. Ok, admito que é divertido na primeira meia hora e que é útil em casos de jornalismo investigativo, mas a ferramenta não me atrai. Mas mesmo assim, não sou a favor do fim dela.

Sou a favor, sem dúvida nenhuma, do fim de comunidades racistas, e rede de pedofilia. Esses desgraçados tinham mais é que apanhar.