Arquivos Mensais: novembro 2007

Sunset Rider

Bom Noite, Curitiba.

Nessa correria do mundo de hoje, o tempo prega peças em você.

Um dia se está sonhando. No próximo, o sonho se torna realidade.

Era a melhor época.

Se alguém tivesse me dito pelo menos.

Erros foram cometidos, corações partidos, severas lições aprendidas (a um custo alto).

Minha vida, continuou sem mim, enquanto eu me afogava em um mar de diversão, trabalho e egoísmo.

Não sei como cheguei aqui.

Antes o vento me trazia sonhos. O vento carregava o amor pelas curvas da estrada, carregava as esperanças, os sonhos. Era o Vento Azul, como diz naquela música. (There’s hope in the blue winds! / An unbelievable world / Awaits you)

Hoje o vento sopra e eu não sinto mais nele aquele sentimento. Ele agora é um vazio de coisas, sonhos e esperança. Sim, ele continua soprando com suas infinitas possibilidades, intrigantes ‘coincidências’ e oportunidades.

E aqui estou eu, enlouquecendo em Curitiba.

A quantidade de vezes que eu tiro e coloco minha cabeça no lugar de volta, por dia, é impressionante.

Há coisas que preciso entender, outras tantas eu quero entender. Há coisas que eu nunca entenderei e sei que nunca tentarei entender.

Eu procurei me esconder, atrás de minha ‘armadura’.

Só para depois perceber que eu não tenho armadura.

O relógio está correndo. ‘Nada pode deter a inexorável marcha do tempo’, ele disse.

.

Eu me pergunto se talvez não seja a hora de fazer comos os grandes heróis e partir, em direção ao pôr-do-sol.

‘Once and for all, for all and once’.

Gauderismo


(Trasgo)



Alguns são repost, outros são uma coletânea que eu fiz dos textos do Analista. Essas são aquelas frases que deve-ser ter na ponta da língua. Afinal, são “Mais eficiente que purgante de maná e japonês na roça”.

– Buenas. Vá entrando e se abanque, índio velho.

– Bom, se o amigo quiser dançar uma marca antes, esteja a gosto.

– Charlando que nem china da fronteira

– Pra amarrar cavalo no campo e mulher em casa, só carece de um pau firme.

– Mais ortodoxo que reclame de xarope.

– Dá mais que pereba em moleque.

– Quem gosta de aglomeramento é mosca em bicheira…

– Tu não sabe que em mulher e cavalo novo não se mete a espora

– Mais nervosa que gato em dia de faxina.

– carência afetiva é falta de homem.

– que nem luva de maquinista – Tão folgada que qualquer um bota a mão

– Mas isto ta ficando mais enrolado que lingüiça de venda.

– em mulher “só se bate pra descarrega energia”.

– Mas tu é mais complicado que receita de creme Assis Brasil.

– Bobagem é espirrá na farofa.

– Te preocupa com a defesa do Guarani e larga o infinito.

– Mais eficiente que purgante de maná e japonês na roça

– Está no Grande Galpão do céu capando anjo pra fazer lingüiça.

– Mais ortodoxo que caixa de maizena

– Cavalo manso é pra ir à missa.

– Oigalê! Já vi que o índio velho é dos que lê bula. Essa palavra eu só aprendi a dizer dois dias antes da formatura.

– Mais comprido que bombacha de gringo.

– Mais caro que argentina nova na zona.

– Oigalê bicho bem xucro

– Pode tomar que os micróbios são de casa

– Se abanque, índio velho, que tá incluído no preço.

– Depressa que eu to com a salinha cheia de louco.

– China de se apresentar pra mãe.

– Mais ciumenta que mulher de tenente.

– Eu gosto de fazer tudo como manda o almanaque.

– Tiro até as ceroulas. Quem trepa vestido é padre e tartaruga.

– Costeleta curta como estribo de anão

– Marica é marica. Nem todo mundo corta unha com facão.

– Ta emprenhando até china de delegado.

– Maragato, Guarani, Internacional, Ioland a Pereira, João XXIII, sal grosso em vez de salmoura, tango, mulher ancuda, pinga ardida, fumo de rama, filme de pirata e não sei cagá sem ler o Correio.

– Toda mulher deve lutar pela sua igualdade, desde que não interfira com o serviço da casa. Depois de pendurar as roupas ela pode fazer o que bem entender.

– A moça era que nem casa de esquina, dava pros dois lado.

– Pra besteira e financiamento do Banco do Brasil, sempre se arranja um jeito.

– Quem ta no governo tem sempre tesão de seminarista. Só muda o objeto da paixão do homem. Em vez da mulher dele, é a nossa paciência.

– Guasca velho!

– Cachorrão!

– Índio bem loco!

– Seu bosta!

– Animal!

– Desgraçado!

– Aquela , quando decide ir pra um lugar, é como cachorro de cego. Só matando.

– Foi como mijá em incêndio.

– mulher que vai pro Rio já desce na rodoviária falada.

– Passava mais a lingüiça na farinheira.

– Pior coisa que pode acontecer com um gaúcho, fora cair do cavalo ou a filha casar com nordestino.

– Índio louco de especial, gaúcho tipo exportação,

– Emprenhando até china de fiscal de Receita.

– Mais prestimosa que mãe de noiva

– Charlar passando a cuia, pra clarear a urina e as idéia, que loucura não tem micróbio.

– Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

– Tão botando mais coisa na minha boca que água em pirão de quartel.

– Mais ortodoxo que braguilha com botão.

– Engraçado é gorda botando as calça.

– Mais vaidoso que guri em chineiro.

– Mais ortodoxo que suspensório e pastilha Valda

– Conheço piá de estância que monta em bicho- papão.

– Andar com receio que nem velha em canoa.

– Ela é como trigo: lindo de se vê, mas só dá uma vez por ano.

– É esperta que nem gringo de venda

– Mulher só serve pra três coisas e pras outras duas tem diarista,

– Pisando mais firme que delegado novo em chineiro.

– Vem que aqui tem homem. E da fronteira!

– Mais comentada que vida de manicure.

– A verdade é uma mentira que aconteceu.

– Último desaforo que levei pra casa foi a minha mulher.

– Mais ortodoxo que pijama listrado.

– Começou aquela cantilena, más chato que padre da colônia

– Andam se rebolando por aí feito china de delegado

– Mentindo más que guri pra entrar em baile.

– Gengiva não morde mas segura os dente.”

– No meio de gaúcho me sinto como bebê no peito: tudo que eu preciso tá ali à mão.

– Pra gaúcho equivale a xingar a mãe e o Bento Gonçalves juntos

– De gins, com o rabo más apertado que as classe de baixa renda.

– Esse aí só serve pra morcilha. Mas morcilha de sangue de gente não presta. Então não serve pra nada!

– Más bisbilhoteiro que filho de empregada.

– Conheço de me tratar por tu e dividi palheiro, tchê.

– Que nem cestinha de morango. Por baixo é tudo podre.

– Pra boato e briga em bolicho, basta um cochicho.

– A garrafa térmica aumentou em muito a mobilidade do gaúcho, já que chaleira e lenha vermelha são difíceis de carregar e é hoje a segunda maior responsável pela evasão de gaúchos para outros estados, depois do governo.

– seu inglês é da fronteira. Quer dizer, igual ao espanhol, só com o agá mais aspirado.

– Foi más duro que ferra cavalo de estátua, tchê.

– Gauderiando más que cigano e candidato.

– Sou como china passada, não arreganho convite.

– Más seca que penico de cego.

– Por aqui já apareceu até maranhense.

– Más ortodoxo que pomada Minâncora.

– Más apertado que jeans de fresco

– Mate e china, quanto mais novo, mais quente.

– Bravateiro como castelhano em chineiro

– Sujo como pé de guri

– Branco como catarina assustado

– Duro como trança de beata.

– Más vale ser touro brocha que boi tesudo.

– Pra guaipeca, pontapé é mimo.

– Más sagrado que Deus e a mãe, só dívida de jogo.

– Más triste que tia em baile.

– Viúva moça é como louça: já foi usada, mas não se joga fora.

– Se Deus fez o mundo em seis dias, só no Rio Grande gastou cinco.

– Mais antigo que emplastro Sabiá

– O que vai longe sem sair do lugar é trilho.

– Mais linda que manta de charque gordo

– – – – –

– Más afiada que língua de sogra.

– Más angustiado que barata de ponta- cabeça.

– Más nervoso que potro com mosca no ouvido

– Más apertado que bombacha de fresco.

– Más apressado que cavalo de carteiro.< br />
– Más arisco do que china que não quer dar.

– Assanhado como solteirona em festa de casamento.

– Más assustado que véia em canoa

– Más atirado que alpargata em cancha de bocha.

– Más baixo que umbigo de cobra.

– De boca aberta que nem burro que comeu urtiga.

– Bonita que nem laranja de amostra.

– Cara amarrada como pacote de despacho.

– Más caro que argentina nova na zona.

– Más chato que chinelo de gordo.

– Cheio como penico em dia de baile.

– Cheio como barril de chopp em festa de crente.

– Cheio como mala de contrabandista.

– Más cheiroso que cangote de noiva.

– Más comprido que esperança de pobre.

– Más conhecido do que parteira de campanha.

– Mas contrariado que gato a cabresto.

– Coxuda como leitoa no engorde.

– Más curto que coice de porco.

– Más difícil que nadar de poncho e dormir de espora sem rasgar lençol.

– Engraxado que nem telefone de açougueiro.

– Más enrolada que lingüiça de venda .

– Faceiro como mosca em tampa de xarope.

– Faceiro que guri de bombacha nova.

– Más feio que briga de foice no escuro.

– Más feio que paraguaio baleado.

– Feliz como puta em dia de pagamento de quartel .

– Firme que nem palanque em banhado.

– Firme que nem prego em polenta.

– Firme como beliscão de ganso.

– Más por fora que surdo em bingo.

– Más por fora que cotovelo de caminhoneiro.

– Más informado que gerente de funerária.

– Más ligado que rádio de preso

– Más metido que dedo em nariz de piá.

– Quieto no Canto como guri cagado…

– Más pesado que sono de surdo.

– Quente como frigideira sem cabo.

– Tradicional como embalagem de Maisena.

– Tradicional como fórmula de Minâncora.

Se transformar no que diz ser

No primeiro texto eu falei sobre alguns tipos de amor e que era possível amar ‘conscientemente’. No segundo texto eu falei sobre como submeter o amor à nossa vontade, sobre ‘tentar amar’ e sobre escutar o próprio coração. Neste texto eu vou falar um pouco mais sobre isso, sobre o que eu fiz nesse tempo de sumiço e vou colocar o gancho pro próximo texto (claro 😉 )

Eu terminei o ultimo texto com uma citação do Castañeda, sobre o ‘camiño con corazón‘. E não foi por acaso. Também não foi por acaso o adjetivo ‘bússola’ que eu usei para o coração.

O coração é um grande aliado na vida. É conversando com ele que podemos nos aproximar do amor. É nessa conversa que podemos sentir ‘Ágape’, que é uma forma de amor muito maior. É nessa ligação interna que podemos auxiliar nossa intuição e nos decidirmos naquelas decisões críticas, que nem sempre envolvem razão. É o coração que vai te ajudar, dando aquele ‘empurrãozinho’.

Eu gosto de pensar no meu coração como uma fonte de respostas minhas. Não são respostas que eu ‘tenho que dar’, nem que os ‘outros esperam que eu dê’, ou qualquer coisa do tipo. São respostas minhas. Baseadas nas minhas experiências, vivências e sentimentos.

Escutar o coração é escutar a nós mesmos. É como se pudéssemos sentar com nós mesmos numa mesa para conversar. Não apenas aquela tagarelice lotada de vai-e-vem dos pensamentos, mas sim uma conversa focada, centrada, concentrada. Com sentimentos. Com amor.

Poder sentar, em silêncio, ouvindo uma música tranquila, deixar a mente tagarelar até cansar, e mesmo depois disso ainda sentir ‘algo’ dentro do peito, dentro de si, é o primeiro passo para sentir o amor por si mesmo. E é através desse que o amor pelo mundo, o amor pela vida e o amor pelas pessoas vai aparecer.

“São conceitos muito novos, você mudou bastante”, me disse um amigo, ao ler os posts aqui. Mas será que são mesmo?

Quem já amou alguém sabe que foi preciso pensar muito na outra pessoa antes de amar. Se for amizade, é preciso convivência e convivência quer dizer pensar no outro. Se for relacionamento amoroso quantas vezes você a olhou antes de se ‘apaixonar’? Quantas vezes pensou nela, conversou com ela ou ‘viajou’ nos pensamentos com ela, antes de efetivamente amá-la?

Amor é sim uma coisa de vontade. A gente é que não percebe isso.

Quando se reúne ao redor da fogueira, conversa com seus companheiros e companheiras. Sabe que as palavras que saem de sua boca ficam guardadas na memória do Universo, como um atestado do que pensa.

E o guerreiro reflete: “Por que falo tanto, se muitas vezes não sou capaz de fazer tudo o que digo? Esta é uma reflexão importante.

E o coração responde: “Quando você defende publicamente suas idéias, terá que se esforçar para viver de acordo com elas”.

E porque pensa que é o que fala, que o guerreiro acaba por se transformar no que diz ser.

– Paulo Coelho

Esse foi basicamente o motivo do meu sumiço. Eu resolvi passar uns tempos me esforçando para sentir, conscientemente, os quatro tipos de amor que eu citei no primeiro texto.

Sentir o fraternal foi o mais fácil. Se aproximar da família, ficar junto, fazer as coisas junto de quem você gosta, nunca é difícil. E sentir essa proximidade no coração, sentir esse amor é o mais simples de se fazer.

Depois eu passei para o filos. Sentir amizade por alguém. Eu escolhi alguém que trabalha comigo. Sabe aquela pessoa que você ‘não vai com a cara’? Que parece que ‘o santo não bate’? Então, escolhi uma moça assim. Nós tínhamos uma série de atividades para fazer em forma de parceria, que envolviam tanto o meu trabalho quanto o dela. Passado o gelo inicial, e me esforçando para sentir por ela ‘amizade’ e não sentir ‘vontade de esganar’ foi fazendo com que o relacionamento fosse melhorando. Ao final da semana eu nem me recordava do problema de relacionamento. Sentir amizade por ela nao foi fácil. Mas parar de sentir implicância, foi mole mole.

Depois passei ao Eros. Esse éimples, não envolve só sentimentos, envolve química. Hormônios. Depois do fraternal, eu digo que esse é o amor mais simples de sentir. Talvez até mais simples que o fraternal, porque nem sempre concordamos com as atitudes de nossos pais e irmãos. Foi interessante observer conscientemente, tentando lembrar de mim mesmo, ver as ações e as reações.

E por fim, eu passei por Ágape. Na verdade, digamos que eu comecei por Ágape, porque, como diz no post abaixo, eu passei por um devaneio, perdido em sentimento e misturando as coisas. Depois de sofrer e desistir de sentir Ágape desta forma, eu consegui sentir Ágape através do Entusiasmo, realizando um sonho. E, ao realizá-lo o Entusiamos do amor-ágape apareceu.

Eu senti os quatro tipos de amor que eu tinha citado e, consegui nessa brincadeira aprender mais sobre mim e mais sobre nós.

Calma. O próximo texto vai falar sobre Ágape, que talvez seja o amor mais complicado desses que eu citei.

E eu ainda digo:

Love is the Law, Love Under Will (Amor é a lei, amor sob vontade)

Fazer 250LE

(Trasgo)

EDIT: Chegou!!!!!!!!!!

Dizer que eu estou faceiro é pouco. Quase dormi em cima dela 😛

Li o manual todo, e já consigo até arrancar a motoca. Me segurei o dia todo e não coloquei ela na rua (ainda)… mas espera passar semana que vem, que eu entro na autoescola e a coisa muda.

Tirei algumas fotos meio mandrakes, só para namorar ela quando estiver longe.


Então… Comprei.

Mamãe não gostou muito da idéia, lutou até o último para me convencer do contrário. Mas não teve jeito.

Que Uno Branco que nada, eu quero uma moto. Sempre quis. Desde pequeno. Ela até tava falando, “Não sei daonde vc tirou essa idéia de moto. Ninguém na nossa família tem”.

Poxa, eu cresci vendo na TV os meus heróis favoritos em Motos. O Jaspion tem a Alan Moto Space, os Changeman tinham motos, os Flashman também, o Kamen Rider Black então nem se fala.

Tá aí a explicação daonde eu tirei essa fissura por moto.

Então comecei a namorar as motos da Yamaha. Primeiro porque é não são Twister. Nada contra a TW, mas vcs sabem que eu tenho uma certa mania de não querer o que todo mundo tem e, na rua aqui em Curitiba só se vê tw. Quando o namoro com a Fazer já andava, vi que a Yamaha ia lançar uma série especial inteira preta. E que iam ser apenas 5000 unidades fabricadas. O número de motos foi limitado a 20 por concessionária. Para se ter uma idéia, a venda foi liberada na quarta feira e, quinta feira já tavam todas vendidas.

Consegui pegar uma dessas, por sorte.

Na semana passada fui na concessionária perto do trampo e a gerente me disse que precisava levar CPF, RG e comprovante de residencia para entrar na fila de espera. Aí começou a parte engraçada. Na segunda, deixei o comprovante em casa. Na terça peguei o comprovante. Deixei o resto dos documentos em casa. Na quarta feira peguei tudo e fui lá. Não tinha chegado ainda. Ela ficou de me ligar quanto chegasse. Me ligou na quinta, fui lá, preenchi a proposta e ela mandou pro banco. Me ligou na sexta. Fui lá de volta, assinei a papelada.

Tava louco de esperançoso que eles entregasse a moto na sexta ou no sábado. Já tava até vendo meu final de semana divertido, aprendendo a andar de moto. Ah, verdade. Nem bem começou o Jerico 2008 e eu já mereço uma indicação. Não tenho habilitação pra moto. Não sei andar. Na verdade, nunca andei de moto. Nem de carona.

Mas a nota fiscal só sai na segunda então só na segunda.

Fui na concessionária hoje para ver os esquemas do Seguro, emplacamento e tals e vi ela ali, na porta. Com uma plaquinha em cima: “Vendida – De Niro“.

E eu aqui, nessa angustia! Mas eu estou feliz 😀

Quanto mais a gente luta para realizar esses sonhos bobinhos, mas a gente percebe que é aí que está a razão de viver.

This could be heaven or this could be hell…

[youtube Jt86UqHtX8]

On a dark desert highway, cool wind in my hair
Warm smell of colitas, rising up through the air
Up ahead in the distance, I saw a shimmering light
My head grew heavy and my sight grew dim
I had to stop for the night
There she stood in the doorway;
I heard the mission bell
And I was thinking to myself,
this could be heaven or this could be hell
Then she lit up a candle and she showed me the way
There were voices down the corridor,
I thought I heard them say…

Welcome to the hotel california
Such a lovely place
Such a lovely face
Plenty of room at the hotel california
Any time of year, you can find it here

Her mind is tiffany-twisted, she got the mercedes bends
She got a lot of pretty, pretty boys, that she calls friends
How they dance in the courtyard, sweet summer sweat.
Some dance to remember, some dance to forget

So I called up the captain,
please bring me my wine
He said, we havent had that spirit here since nineteen sixty nine
And still those voices are calling from far away,
Wake you up in the middle of the night
Just to hear them say…

Welcome to the hotel california
Such a lovely place
Such a lovely face
They livin it up at the hotel california
What a nice surprise, bring your alibis

Mirrors on the ceiling,
The pink champagne on ice
And she said we are all just prisoners here, of our own device
And in the masters chambers,
They gathered for the feast
The stab it with their steely knives,
But they just cant kill the beast

Last thing I remember, I was
Running for the door
I had to find the passage back
To the place I was before
relax, said the night man,
We are programmed to receive.
You can checkout any time you like,
But you can never leave!

Outra das minhas favoritas. As músicas do Eagles para mim são como as músicas do Eric Clapton: são perfeitas para fazerem fundo sonoro para uma boa conversa entre amigos, um bom programa a dois, ou um bom devaneio.

E foi nisso que eu me perdi nessa última semana. Não apenas nisso (e sobre isso eu conto mais no próximo txt da série sobre o amor, que está saindo), mas uma boa parte do meu tempo passou num devaneio.

My head grew heavy and my sight grew dim

Eu me perdi novamente em sentimentos que eu achei que (ainda) existissem. Mas passou.

Novamente eu aprendi com o mundo (mais sobre isso numa futura série de txts… não, não me olhe assim como se eu fosse um político) e um pouco de água e vento conseguiram desanuviar (como diria a dona sela) minha visão embaçada.

You can checkout any time you like, But you can never leave!

Tradução… Continue lendo »