Arquivos Mensais: agosto 2012

Decide what you stand for

“You’ll see that without theory, we’re at sea without a map or a sextant,” Christensen writes. “If we can’t see beyond what’s close by, we’re relying on chance—on the currents of life—to guide us.”

 

That’s the lesson I learned: it’s easier to hold to your principles 100 percent of the time than it is to hold to them 98 percent of the time. The boundary—your personal moral line—is powerful because you don’t cross it; if you have justified doing it once, there’s nothing to stop you doing it again.

 

Decide what you stand for. And then stand for it all the time.

 

http://hbswk.hbs.edu/item/7007.html

Turok 2

Eu sempre gostei do Turok do N64. Foi um dos primeiros títulos que aluguei. Na hora que vi pensei: “Doom com dinossauros” !

Adorava o primeiro game porque dava para ficavar de sacanagem com corpos de inimigos e Grenade Launchers (vc os matava. E cada vez que jogava uma granada nos corpos, eles gritavam novamente. A diversão era levar os inimigos mortos pelo cenário e ficar rindo daquela gritaria. Muito bacana).

Quando vi na locadora a sequencia, aluguei na hora. Turok 2 era muito mais legal, muito mais detalhado (exigia o uso do Expansion Pak), muito mais violento, tinha uma trilha sonora magnífica e era muito, muito mais difícil que o primeiro. Aluguei a fita várias vezes e posso dizer que joguei até enjoar.

Porém tenho uma confissão a fazer: Eu nunca terminei o game sem cheats. Já terminei usando apenas munição infinita (coisa que na minha opinião, todo jogo deveria ter) mas totalmente limpo, nunca. Além disso, nunca havia terminado o game sem o auxilio de um FAQ. O design das fases eu lembro que era confuso demais.

Eu me perdia direto, passava horas andando com o mapa ligado, perdido, e acabava largando. 

Anos depois, achei ele para PC para baixar (http://diegodn.info/blog/?p=244) só que essa versão de PC tinha um erro terrível: Vinha sem a trilha sonora. Isso deixava o jogo totalmente insonso. O clima das fases é a música.

Então que esses dias aí tava de bobeira no TPB, e bati na pesquisa Turok 2. Achei uma ISO e mandei baixar. De princípio Rodou tranquilo no Windows 7 sem ter que fazer nenhum ajuste de compatibilidade ou nada.

Mas novamente havia o problema do som.

Fora isso, o game começou a apresentar bugs estranhos: Inimigos que ficavam invisíveis, trechos do cenário ficavam com texturas corrompidas. Percebi que o problema de inimigos invisíveis acontecia toda vez que eu salvava, então eu tinha que gravar o progresso, sair do jogo, entrar novamente e carregar o meu save game para continuar jogando. Isso não era nem um pouco prático, mas eu consegui avançar algumas horas assim.

Quando cheguei ao segundo estágio, por outro lado, o game se tornou injogável. As travadas aconteciam o tempo todo: Levou tiro? Trava. Salvou? Trava. Pulou em Teleporte? Trava. Não fez nada? Trava, só para variar.

Voltei ao Google e após uma procura bem feita, topei com esse blog :

http://jilik1.blogspot.com.br/2012/04/getting-turok-2-to-run-on-windows-7.html

onde havia uma outra pessoa com os mesmos problemas que os meus. Lá ele comenta sobre a existência de um Patch não oficial, que além de corrigir o Bug da trilha sonora, corrigia o Bug da instabilidade (segundo o criador do Patch são os processadores dual/quad/x-cores de hoje que causam o comportamento estranho).

Baixei o patch, apliquei ele (o arquivo a ser modificado é o Turok2English.exe) e a atualização corrigiu os meus problemas de travamento e de quebra consertou meu problema com a trilha sonora. Finalmente tive a experiência do N64 de volta!

O game apresenta um erro quando inicia, dando pela falta do arquivo glide3x.dll mas fora isso, todos os outros problemas sumiram.

Então aqui vai o link do Patch, caso alguem esteja atrás.

http://diegodn.info/uploads/blog/T2SOECDM.7z

A versão de PC difere em alguns pontos importantes do que a versão de 64: Os gráficos “parecem” menos embaçados. O som parece pouco melhor. Não tem nada melhor para jogar game FPS que teclado + mouse. E dá para salvar em qualquer lugar. Sim, isso mesmo.


O game do N64, vc só pode salvar em pontos específicos. A cabaninha da Adon só está disponível de tempos em tempos nas fases, então desligar o game e voltar depois faz com que vc perca meia, 1 hora de jogo.

E isso, desanima muito. Pegue um estágio tipo “Lair of Blind Ones”, que tem um save no começo, um perto do fim e vc tem 3, 4 horas de game no meio. Vc até pode morrer, mas se desligar o game, adeus. Tenso.

Eu acho que a versão de PC saiu depois que a de 64, ou o lance de poder salvar apenas em pontos específicos era uma limitação do console. De qualquer forma, isso não tem na versão de PC, o que é ótimo.

Depois te ter arrumado o game “travão”, agora posso dizer que me orgulho de ter terminado sem usar nenhum Cheat. Admito que fui da primeira até a terceira fase sem ver FAQs, mas acabei deixando coisas para trás nos estágios 4 e 5. O estágio 6 eu fiz as paradas, mas faltou uma coisinha de nada então tbem consulte o gamefaqs ali.

Levei 11 horas e consegui concluir um game excelente e ALTAMENTE recomendado.

Edição de Colecionador

Minha mania de colecionar coisas começou em 92. Na época com 9 anos fui fazer uma viagem de ônibus e meu pai comprou para mim uma HQ do Super-Homem (não acostumo a chamar de Superman) para me entreter no ônibus. Adorei.

Comecei a pedir para ele comprar mais e volta e meia ele me aparecia com um. Lembro que na época tinha mais material do Batman e do Homem Aranha do que do Super (papai sempre foi fã do Morcego e do Aranha). Mas era aquela coisa meio desparceirada. Afinal, uma criança de 9 anos não perceberia, certo?

No final de 94 vi no Jornal Nacional (!) uma notícia sobre a Morte do Super-Homem que iria começar a sair no Brasil. Infelizmente não achei o video disso.

Em Jan de 95 (já com uma pequena coleção) comecei a comprar a revista mensal do Super-Homem e a nova revista do Superboy. As duas começavam a nova fase do Super com mullets, logo após a saga de Morte e Retorno. O preço era extremamente convidativo: R$1,45 cada.

Em 95 segui apenas com os dois titulos. Em 96 (acho), a mesada aumentou (e os cachorros no valor do almoço tbem 😛 ) e eu comecei a Ação Games e a Herói. Não lembro direito, mas acho que a primeira Herói que comprei foi a duas dúzias.

  

Adorei a revista na Hora. Sabe o Omelete, Jovem Nerd e outros sites de entretenimento geral? A Heroi era a versão impressa disso. 16 anos atrás. Uau.

Passei a colecionar a Heroi a partir dali e comecei a correr atrás dos números antigos.

Já a Ação Games eu comecei comprando um especial de Dicas e também gostei muito. Mas fui saber que era revista mensal meses depois.

Nessa época comecei um passatempo que durou anos: Correr atrás de números antigos.

Foi nos sebos do centro da cidade e em uma banca próximo de casa que eu encontrei as edições antigas da Herói e algumas Ação Games antigas.

Essa banca era de um tiozinho muito gente boa que pedia na editora as revistas que não estavam mais na prateleira e volta e meia ele me vinha com um achado da Herói.

Levou uns 2 anos, mas eu lembro que consegui completar.

 

Penei para achar essas 3 edições aí 😛

 

Segui com a Herói durante muitos anos, até a edição cento e poucos. Cheguei até a colecionar o spinoff Heroi Games, que durou só 6 edições.

Quando eles lançaram o site, em 200X (nao lembro direito) a revista caiu muito a qualidade e eu larguei. Lembro que ela acabou logo depois. O sitem tem até hoje : http://www.heroi.com.br/

A ação games era uma revista um pouco mais cara, então eu comprava quando dava. Aquela da imagem ali de cima era a 92. Eu comprei a revista regularmente da 114 ~ 150 ±. Quando a revista virou só PS2 e Dreamcast (e eu só tinha o N64) acabei largando.

Mas tive umas 50, 60 edições dela.

Logo mais tem mais. Fiquem ligados que esse papo vai longe.

iPad

Faziam meses que eu estava atrás de outro netbook.

No fim do ano comprei o HP Dm1-3250 (R$ 899) mas não me adaptei. A bateria é excelente, teclado bom e video 3D ótimo, mas a CPU eu achei meio capenga. Sei lá, tinha horas (navegar na web, por exemplo) que parecia ser mais lento que o Intel Atom que eu tive.

Passei os ultimos 3 meses procurando um Netbook descente. Nada. Não se acha mais.

E isso tem um motivo comercial: Agora, existe a categoria dos Ultrabooks, que são Netbooks Parrudos com tela um pouco maior. Os safados fazem a tela 2″ maior, mas travam a resolução em 1366X768. A imagem fica uma droga.

Esses ultrabooks tem outra característica marcante: O preço BEEEEEM maior.  Para se ter idéia, um ultrabook pouco mais potente com o HP DM1 está na casa dos 2.000.  Netbooks estão sumindo do mercado e eu acho que é isso que os fabricantes estão fazendo: Quer um portátil mais portatil (mais leve) e com bateria maior? Compre um ultrabook por um preço absurdo.

Chega a ser ridículo.

De qualquer forma, comecei a me atrair pelo iPad.  Me enrolei e enrolei e num momento de fraqueza, quando vi já tinha comprado.

Realmente, as embalagens dos caras são FODA. A experiencia começa ali.

Mas tem alguns pontos MUITO porre. Gastei mais de 10 minutos registrando na Apple, iTunes, e outros serviços deles. Foi um tal de registrar, atualizar cadastro, preencher coisas. Chatice.

Depois do backup inicial feito, foi a hora do Jailbreak. Mais simples impossível. Levou 2 minutos para abrir o site, baixar a ferramenta, abrir e executar. O iPad resetou e plu!  Cydia Instalado.

Cydia é tipo uma AppStore só que lado B.

Tem que ver isso aí Apple. Instalar a loja paralela tá 5x mais rápido e simples que conseguir logar na sua.