Arquivos Mensais: março 2013

Coleções e o Casamento (2)

 

Leia o primeiro post aqui

 

Continuando nossa odisseia sobre o empacotamento dos colecionáveis antes de meu casamento…

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Então que topei com os livros do Dilbert. Os primeiros foram presente do Álvaro e os últimos eu acabei comprando. Dilbert é uma série satírica de quadrinhos sobre a vida de Dilbert no mundo corporativo.

Ali, vê-se tudo o que eu vejo no meu mundo corporativo: tarefas sem sentido, chefes malucos, colegas de trabalho reclamões, agressivos e enrolões. A mais pura comédia e a mais pura realidade.

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Depois cheguei nos livros de RPG, e topei com a excelente linha de Trevas.

Ainda no ramo de RPG e já entrando no ramo de Games, temos algumas edições que me são muito estimadas.

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Poucas sessões de RPG foram mais divertidas para mim que as primeiras sessões de Street Fighter que jogamos. Pena que resolvemos parar para trocarmos por GURPS.

Gostei tanto desse jogo como leitura, que tive as 3 edições originais e depois comprei o encadernado (ultima foto).

E já que estamos tratando de Street Fighter, cavando eu achei outras preciosidades.

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Edições de um Mangá do Street Fighter Zero 3, lançadas pela editora Trama e licenciadas pela Capcom.

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Os desenhos são bem feitos e o enredo segue mais ou menos o enredo do game. E ainda tem claro, uma tiradas tipicamente nacionais.

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(clique para ampliar)

Ainda nessas edições, temos a luta entre Sagat e o Ryu, dominado pelo Ansatsuken e transformado em Evil Ryu.

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E junto com essas edições, um grande presente. Meu amigo Siroma e uma de suas obras de arte. Durante quase 10 anos decorou a parede de meu quarto. E está guardado esperando eu morar em uma casa maior até que possa voltar para a parede.

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(continua)

Leituras 2013 (048/365): Trigun (01)

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Trigun é de longe o meu anime favorito.

Vash é um personagem brilhante, carismático e divertido. O anime tem um clima western que eu adoro e varia entre o divertido, o bizarro e o triste. E quando é triste, poutaquepariu é foda de triste.

Eu sempre soube que o anime era baseado no Mangá e que o Mangá continuava em publicação no Japão.

Quando e editora JBC resolveu lançar o Mangá no Brasil, eu corri e comprei. Ainda continuava em publicação no JP, mas veja que sorte a minha, o autor acabou o mangá no 15º (18º) volume.

Então eu comprei o completo. Na verdade, faltou uma edição (depois eu explico) mas eu nunca consegui lê-lo até o fim. Sério, tem aqui 18 edições do Trigun, que eu já li várias vezes até a terceira ou quarta. Nunca passei disso.

Até agora.

 

(daqui pra frente tem Spoilers, se não quiser vê-los pare por aqui)

O traço do Mangá é muito bonito, o contraste e as reticulas são muito bem feitas e as páginas coloridas, apesar de escassas, são muito belas.

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No primeiro volume, conhecemos sobre o homem que tem a cabeça sob um prêmio de 60 bilhões de double-dollars (moeda local). Vash the Stampede, a calamidade ambulante.

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A primeira edição começa com imagens de Lost July, que foi destruída por Vash. Depois passa para a cena que a cidade inteira resolve prender o Vash. Esses eventos passam no quinto episódio do anime: Hard Puncher.

Depois, o roteiro segue para o arco do Sand Steamer e a Bad Lad Gang eventos mostrados nos episódios 7 e 8 do anime.

Temos até um flashback com a REM.

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Trigun (edição 01)

  • 215 páginas por edição
  • Editora: JBC
  • Idioma: português

Leituras 2013 (047/365): Dragão Brasil (07 e 08)

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Edições 07 e 08 da revista de RPG de 95. Na edição 07 tem uma matéria muito legal sobre o Shadowrun e também uma matéria sobre um item que também foi usado na primeira edição de Tormenta: A Armadura Shorder. Indestrutível, mas inescapável.

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Na edição 08 temos uma matéria sobre o uso de Ninjas em mundos medievais e vemos mais uma figura de Arton: A Maga Raven Blackmoon, vestida, digamos, a caráter.

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Dragão Brasil (edições 07 e 08)

média de 50 páginas por edição
Ano de Lançamento: 1995
Editora: Trama
Idioma: português

Leituras 2013 (046/365): Dragão Brasil (05 e 06)

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Edições 05 e 06 da revista de RPG de 94. Na edição 05 começa a clássica aventura Disco dos 3, onde um grupo deve resgatar pedaços de um artefato para impedir a volta de um Deus maléfico.

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Na edição 06 a aventura termina e também tem a matéria sobre o item clássico disponível na DB50 a primeira sobre tormenta: O Pterodraco.

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Dragão Brasil (edições 05 e 06)

média de 50 páginas por edição
Ano de Lançamento:
1994
Editora: Trama
Idioma: português

Coleções e o Casamento (1)

Eu sei, esse post era para sair 6 meses atrás, mas eu fiquei me enrolando e enrolando, então pare de reclamar senão eu já desisto.

 

Então que eu ia casar.

Eu ia casar dali 10 dias e precisava dar um jeito nas minhas coleções. Não dava para levar tudo: Peças de Computadores, Revistas, Livros, e bugigangas.

 

Dar fim no depto de Informática foi fácil: Boa parte do que eu tinha era lixo tecnológico: Pcs velhos demais (um 486 DX2 funcionando!), peças e mais peças de PCs – algumas boas, outras estragadas – CDs, caixas de placas mãe, placas de expansão bizarras – placas de som, placas de TV, etc – e mais um monte de porcarias.

Todo o dpto de informática que era aproveitável foi doado para a prefeitura via 156. Só ligar, marcar a hora que eles vem buscar. O que era lixo, infelizmente foi para o lixo.

 

Depois da missão TI, eu tinha a missão armário.

Ali, estavam guardados: Os meus livros, revistas, gibis, CDs, DVDs e outros.

Eu precisava dar um jeito, dar uma limada nas coisas e reduzir um pouco a quantidade.

Conforme fui tirando as coisas, fui empacotando e tirando fotos.

 

Na primeira porta do armário eu tinha os livros.

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Esses foram os que valeram a pena guardar. Dessa galera toda depois fiz uma outra limpa e os livros descartados foram doados para o Farol do Saber, um tipo de biblioteca municipal.

Para o transporte para a casa nova, os volumes foram empacotados em pacotes zip e guardados a (meio)vácuo

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(senhor dos anéis, edição de 98 – um orgulho)

O legal dessas limpas, é que sempre revemos um ou outro título que nos impressiona no estilo “como isso veio parar aí?”

Os livros sobre Cuba, por exemplo: Nos dois paguei menos de 10 reais. Um comprado numa livraria (o mais feio) e o outro em um sebo.

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Eu também já tive minha fase de jovem comunista :P.  (sim, continuo achando que o comunismo/socialismo funciona – as pessoas é que não). E os dois livros, mais do que outros, mostram a personalidade fantástica que foi o Fidel.

Seguindo nas arrumações, topei com outro livro de capa terrível, que até hoje me faz ser motivo de chacota entre amigos: Tai Pan.

Tai Pan é um livro de James Clavell (autor que eu já conhecia por Shogum – excelente livro sobre o Japão feudal) que trata sobre o comércio entre a Inglaterra imperial e a China. O livro trata também sobre a criação de Hong Kong, e faz um papel muito maneiro de romance histórico. Os personagens são fantásticos e ninguém me tira da cabeça a imagem que o Tai Pan é igualzinho o Rugal.

Mas como eu dizia: Grandes livros com capas terríveis. Saca isso:

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Eu sei. Parece Sabrina.

 

De livros que valem a pena a menção, ainda topei com um clássico, devidamente furtado (há anos) da biblioteca de meu pai:

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Outra do Analista de Bagé

Existem muitas histórias sobre o analista de Bagé mas não sei se todas são verdadeiras. Seus métodos são certamente pouco ortodoxos, embora ele mesmo se descreva como “freudiano barbaridade”. E parece que dão certo, pois sua clientela aumenta. Foi ele que desenvolveu a terapia do joelhaço.

Diz que quando recebe um paciente novo no seu consultório a primeira coisa que o analista de Bagé faz é lhe dar um joelhaço. Em paciente homem, claro, pois em mulher, segundo ele, “só se bate pra descarregá energia”. Depois do joelhaço o paciente é levado, dobrado ao meio, para o divã coberto com um pelego.

– Te abanca, índio velho, que tá incluído no preço.

– Ai – diz o paciente.

– Toma um mate?

– Na-não… – geme o paciente.

– Respira fundo, tchê. Enche o bucho que passa.

O paciente respira fundo. O analista de Bagé pergunta:

– Agora, qual é o causo?

– É depressão, doutor.

O analista de Bagé tira uma palha de trás da orelha e começa a enrolar um cigarro.

– Tô te ouvindo – diz.

– É uma coisa existencial, entende?

– Continua, no más.

– Começo a pensar, assim, na finitude humana em contraste com o infinito cósmico…

– Mas tu é mais complicado que receita de creme Assis Brasil.

– E então tenho consciência do vazio da existência, da desesperança inerente à condição humana. E isso me angustia.

– Pois vamos dar um jeito nisso agorita – diz o analista de Bagé, com uma baforada.

– O senhor vai curar a minha angústia?

– Não, vou mudar o mundo. Cortar o mal pela mandioca.

– Mudar o mundo?

– Dou uns telefonemas aí e mudo a condição humana.

– Mas… Isso é impossível!

– Ainda bem que tu reconhece, animal!

– Entendi. O senhor quer dizer que é bobagem se angustiar com o inevitável.

– Bobagem é espirrá na farofa. Isso é burrice e da gorda.

– Mas acontece que eu me angustio. Me dá um aperto na garganta…

– Escuta aqui, tchê. Tu te alimenta bem?

– Me alimento.

– Tem casa com galpão?

– Bem… Apartamento.

– Não é veado?

– Não.

– Tá com os carnê em dia?

– Estou.

– Então, ó bagual. Te preocupa com a defesa do Guarani e larga o infinito.

– O Freud não me diria isso.

– O que o Freud diria tu não ia entender mesmo. Ou tu sabe alemão?

– Não.

– Então te fecha. E olha os pés no meu pelego.

– Só sei que estou deprimido e isso é terrível. É pior do
que tudo.

Aí o analista de Bagé chega a sua cadeira para perto do divã e pergunta:

– É pior que joelhaço?

 

(continua)

Leituras 2013 (045/365): Dragão Brasil (03 e 04)

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Seguindo, tivemos as edições 03 e 04 da Dragão Brasil.

Na edição 03 teve uma matéria legal sobre o Gurps Cyberpunk (apesar de ter algumas infos erradas ali :P) e na edição 04 uma matéria legal sobre os Robôs de Asimov.

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Dragão Brasil (edições 03 e 04)

média de 50 páginas por edição
Ano de Lançamento:
1994
Editora: Trama
Idioma: português

Leituras 2013 (044/365): Dragão Brasil (01 e 02)

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Durante anos eu colecionei a Dragão Brasil, conhecida por ser (durante MUITOS anos) a MAIOR, MELHOR e ÚNICA revista de RPG nacional.

Comecei a comprar por causa de uma Dragão Brasil Especial Street Fighter Zero que vi na banca, depois soube da revista mensal e comecei a coleciona-la. Infelizmente, nunca consegui completar a coleção. Tive dos volumes 26 até 120 (e poucos) que foram os últimos números.

Como ando lendo bastante coisa de RPG e eu consegui essas edições mais antigas, vou começar uma releitura. Cada edição tem perto de 50 págs. mais ou menos.

Nesse dia matei as edições 01 e 02, da época que a revista ainda não tinha mudado de nome e ainda era em papel preto e branco.

Legal ver o surgimento do Mestre Arsenal, logo na primeira edição da revista.

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Dragão Brasil (edições 01 e 02)

  • média de 50 páginas por edição
  • Ano de Lançamento: 1994
  • Editora: Trama
  • Idioma: português

Leituras 2013 (043/365):Holy Avenger (34 a 37)

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Mais 4 edições de Holy Avenger: 34 a 37.

Muita imagens. Desculpa qualquer coisa.

(daqui pra frente tem Spoilers, se não quiser vê-los pare por aqui)

A edição 34 mostra o que o grupo do Paladino foi fazer em Scharshantallas: Matar Beluhga e se vingar de Schar.

Leon começa a ver a insanidade na mente do Paladino, ao descobrir que ele pensa em se tornar um Deus Maior e tomar o lugar de Khalmyr como líder do Panteão.

Enquanto isso, Lisandra encontra na floresta o grupo de Sandro Galtran, Niele (agora ressuscitada por um tempo) e Tork. Ataca a todos com uma fúria assassina, e só depois percebe o que fez. Pega os rubis da virtude e foge deixando os ex-amigos para morrer.

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Na edição 35, Leon decide abandonar a loucura toda, e toma o corpo de Beluhga e decide retorna-lo para as montanhas Uivantes. Talvez apenas deixar o corpo da Deusa dos Dragões nas Uivantes impeça que o frio artificial da região desapareça.

Luigi sortudo resolve acompanha-lo, já que sua jornada de vingança (contra Schar) terminou. E o Paladino vai atrás de Lisandra.

Ela, enquanto isso toma uma cidade, mata todos os habitantes e constrói uma torre. Os corpos dos habitantes da vila ou tornam-se monstros ou são presos à construção. Ela também faz para si uma roupa de rainha das trevas. Tudo igual aos sonhos que vinha tendo.

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Na edição 36 conhecemos um pouco sobre o passado do Tarso – ele é nada menos do que um dragão lich imortal!!!!! – e vemos como ele e Petra encontram o grupo semi-morto abandonado por Lisandra: Tork, Sandro, Niele e Anne. Tarso salva a todos com magias de Cura.

Enquanto isso, Mestre Arsenal vai ter com Lisandra, lembra a ela que é Pai dela e deixa para ela a espada Holy Avenger.

Ele também conta a ela da loucura do Paladino e como é ela que deve dete-lo.

Ainda vemos o encontro entre ela e o Paladino e também a instalação no corpo do guerreiro sagrado dos rubis da virtude restantes. Paladino agora possui o poder de 20 deuses.

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E para fechar, no número 37 vemos a luta entre Lisandra e o Paladino, que é morto e volta como uma criatura extra-planar gigantesca.

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Holy Avenger (edições 34 a 37)

  • média de 30 páginas por edição
  • Editora: Trama
  • Idioma: português

Leituras 2013 (042/365):Holy Avenger (30 a 33)

Opa. Há quanto tempo.

Bem, hoje é o dia 83 do ano. Minhas leituras estão 22 dias atrasadas. E os posts 41 dias. Teremos bastante trabalho pelos próximos dias.

O atraso é meio justificado pelo fato de eu ter colocado livros de verdade aí no meio. E descobri que, ler um livro de 500 páginas por semana não é uma atividade fácil. Consegui no máximo subir para um volume de 600 páginas de domingo a domingo.

Mas o problema é que, pelas regras iniciais esse livro conta apenas como UM dia, certo? E eu não vou mudar as regras agora no meio da brincadeira. Deveria ter previsto isso no começo, mas como não vi, agora é tarde.

Então, nessas ultimas 4 semanas passei lendo 4 livros de 500pg para cima. E isso conta apenas como 4 dias. Então temos mesmo que correr atrás.

Os posts, vou terminar de fazer bem feitos esses do Holy Avenger, e depois passarei a um estilo mais espartano, apenas com capa e um comentário.

Então nesses próximos dias tentarei alcançar com posts e leituras. Não reclamem dos volume dos posts, por favor.

Holy Avenger (30 a 33)

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Mais 4 edições de Holy. Muita imagens. Desculpa qualquer coisa.

(daqui pra frente tem Spoilers, se não quiser vê-los pare por aqui)

Na edição 30 vemos que Niele realmente pacotou e que foi parar no reino da Deusa da Magia no além. Também começamos a ver o plano do Paladino. Ele está rumando para Scharshantallas, um reino dominado por um Dragão Vermelho (o maior do mundo!), antigo inimigo.

Também vemos o Vlad comentando sobre os poderes do Tarso, que acompanhou Petra na Viagem. Tarso aparentemente é uma criaturinha muito poderosa.

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Na edição 31 vemos o monarca Schar supervisionando uma obra: Uma estátua da sua forma dracônica em tamanho natural (mais de 600 metros!) e também vemos Lisandra tendo mais ataques de furia dentro da academia arcana.

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Na edição seguinte vemos que existe um concluio entre o sumo sacerdote do Deus da Traição e o sumo sacerdote do Deus da Guerra. Também vemos Lisandra pirando de vez e invocando um dragão da terra com os poderes dela.

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E na edição 33, finalmente descobrimos a ligação entre Beluhga e Schar nisso tudo. Schar foi apaixonado pela Dragoa, que negou-lhe o relacionamento devido à uma proibição de Khalmyr, o Deus da Justiça. Porém Schar achou que era besteira e foi em frente.

Beluhga foi presa pelo Deus e de raiva arrancou um olho de Schar.

Também vemos Leon finalmente compreendendo o plano do Paladino e de Luigi Sortudo para se vingarem de Schar, que acabou com a família de Leon, o amor de Luigi e a vida do Paladino. Leon fica putasso.

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Holy Avenger (edições 30 a 34)

  • média de 30 páginas por edição
  • Editora: Trama
  • Idioma: português

Senhor? Adão na linha oito.

— Senhor?

— Adão na linha oito.

— Pode passar.

— Pronto.

— Alô?

— Deus?

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— Oi, Adão… Tudo em paz?

— Mais ou menos.

— O que houve?

— Eu gostaria de saber se o Senhor pode me ajudar com um processo.

— Processo?

— Isso. Eu vou processar os macacos aqui do Paraíso.

— Mas por quê?

— Porque eles ficam espalhando imagens minhas por aí.

— Que imagens?

— Imagens… Bem… Imagens íntimas.

— Adão, você pode explicar melhor? Contando desde o começo?

— É o seguinte: os macacos entraram na minha caverna semana passada. Em uma das paredes tinha uns desenhos que a Eva e eu fizemos e que mostravam… Bem…

— Eu imagino.

— Então, é isso mesmo que o Senhor imaginou. O que os macacos fizeram? Eles arrancaram aquele pedaço da caverna, com o desenho. E agora ficam copiando tudo em folhas de bananeira e espalhando por aí!

— Para os outros animais?

— Isso! E sem a minha autorização! Eu vou processar todo mundo!

— Mas as imagens são tão comprometedoras assim? Afinal, são apenas desenhos…

— Não importa! Eu estou pelado em algumas delas!

— O que não quer dizer muito, certo?

 

(continue lendo a excelente saga de conversas entre Deus e Adão, no papo de homem : http://papodehomem.com.br/author/robgordon/)